ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 13.07.10 às 23:55link do post | favorito

A Com’ Out vai regressar às bancas dentro de uma semana, anunciou a revista na sua página oficial do Facebook, sem especificar o dia em que voltará a estar à venda.  Elisabeth Barnard, responsável da editora Joeli que detém a revista de temática LGBT, tinha já adiantado que o regresso seria efectuado de forma “bem diferente da revista inicial, com uma periodicidade trimestral, um preço mais baixo e com uma tiragem que rodeia os 10 mil exemplares.” A primeira versão da revista, suspensa em Março de 2009, tinha uma periodicidade mensal e um preço de capa de 4,5 euros.

 

http://dezanove.pt/2010/07/13/revista-comout-regressa-na-proxima-semana-2873


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publicado por Riacho, em 10.07.07 às 20:28link do post | favorito

O porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) minimizou hoje em Fátima a liberalização do rito em latim da missa e dos restantes sacramentos católicos, considerando que isso terá pouco efeito em Portugal, noticia a Lusa.

Falando no final de uma reunião do Conselho Permanente da CEP, D. Carlos Azevedo considerou que esta decisão de Bento XVI «não será um grande problema em Portugal» já que existem somente «pequenos grupos» isolados que poderão ter interesse no regresso dos ritos em latim para as missas.

«A nós parece-nos que o pretexto da unidade» justifica o regresso de «um ritual que cede um pouco à nostalgia», afirmou o prelado.

Trata-se de um «tipo de rito anterior ao aprovado no Concílio Vaticano II» mas «a fé vai continuar a ser a mesma», até porque a «esmagadora maioria dos crentes» continuará a assistir às missas nos idiomas próprios de cada país.

Recentemente, foi publicado um motu proprio (decreto papal) que permite de novo aos crentes a utilização da missa de Santo Pio V, passada para segundo plano após o concílio do Vaticano II (1962-65).

A fidelidade a esta liturgia foi uma das causas do cisma ocorrido na igreja católica francesa, com monsenhor Marcel Lefebvre a pretender manter o rito antigo (ou «tridentino», relativo ao Concílio de Trento, 1545-1553), enquanto o Vaticano preferia a missa na língua vernácula, com o sacerdote virado de frente para os fiéis e a comunhão de pé, entre outras questões.

Os partidários deste movimento incluem quatro bispos (cuja ordenação foi decretada por Lefebvre), 500 padres e 600 mil fiéis em 26 países.

Para D. Carlos Azevedo, esta decisão do Vaticano é mais um sinal de «abertura» do que qualquer tipo de rendição às reivindicações dos movimentos mais conservadores até porque o rito em muitos casos resume-se a uma questão de «gosto pessoal» dos crentes, que preferem os cânticos em latim.

Na reunião de hoje, o Conselho Permanente da CEP ultimou também alguns pormenores sobre a Assembleia dos Bispos Europeus que vai ter lugar em Outubro em Fátima.

 

in: http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=830970&div_id=291


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publicado por Riacho, em 10.06.07 às 20:49link do post | favorito

Por: Laura Ieraci
Catholic News Service

Os Bispos do Quebec afirmaram que pretendem manter um espírito de unidade ao entrarem em diálogo com 19 padres do Quebec que publicaram uma carta de divergência com as posições da Igreja sobre a homossexualidade.

 

A carta dos padres «coloca o dedo numa ferida da nossa sociedade, um problema complexo, que requer a nossa atenção. É um amplo apelo a um diálogo acerca do fenómeno da homossexualidade e, nesta altura, acolhemos de bom modo este convite à reflexão e ao diálogo», afirmou o Cardeal Marc Ouellet da cidade do Quebec.

Os Cardeais Ouellet, Jean-Claude Turcotte de Montreal e o Bispo Gilles Cazabon de Saint-Jerome, presidente da Assembleia dos Bispos Católicos do Quebec, falou na conferência de imprensa do dia 9 de Março, em Trois-Rivieres, durante o encontro semi-anual de quatro dias dos Bispos do Quebec, ocorrido nos arredores de Cap-de-la-Madeleine.

A carta dos padres, que suscitou a atenção internacional, apareceu a 26 de Fevereiro, no maior jornal de Montreal, La Presse. Criticava de forma acutilante a Igreja Católica no respeitante aos seus ensinamentos acerca da homossexualidade.

Particularmente, a carta critica a afirmação dos bispos canadianos sobre os casamentos entre pessoas do mesmo sexo e o recente documento do Vaticano que aborda a admissão de candidatos homossexuais nos seminários. Questiona igualmente os ensinamentos da Igreja de que os actos homossexuais são imorais e afirma que a Igreja tem de evoluir na sua posição acerca destas questões.

 

Os signatários são originários de cinco dioceses da província do Quebec. Encontrar-se-ão com os seus bispos nas próximas semanas.


O Cardeal Turcotte, disse aos jornalistas que as divergências dentro da Igreja não são novidade. Muitos dos temas abordados na carta, tinham já sido levantados no encontro de dois dias que ele própria tinha mantido com os seus padres, há cerca de dois anos, afirmou, acrescentando que planos para outro encontro estavam já em marcha.
 
Desvalorizou igualmente o sensacionalismo que se gerou nos media, destacando que este criou uma «dinâmica de confrontação».

«A divergência de opiniões na Igreja é muito comum», afirmou. «Portanto não julgo que devamos atribuir uma importância exagerada a este acontecimento, como se estivéssemos a enfrentar um cisma».
 
«Desejo poder falar com estes padres», afirmou.

Mais tarde, disse aos jornalista: «Tenho amigos naquela lista de padres. Se quiserem contactar-me, tudo o que têm de fazer é telefonar-me e teremos um encontro. Mas prepararam algo e dirigiram-no aos media. Agora torna-se uma troca mais difícil."

Durante a conferência de imprensa, o Cardeal Turcotte defendeu veementemente os ensinamentos da Igreja e o seu papel de proclamação do Evangelho na sociedade. A Igreja acolhe e ministra a homossexuais, mas não pode abençoar comportamentos que contraditam o Evangelho, afirmou.

 

«O mesmo se aplica aos heterossexuais», afirmou.

As pessoas devem ser aceites incondicionalmente, afirmou.

«Contudo, a homossexualidade tem comportamentos, bem como a heterossexualidade, que parecem não estar em conformidade com o Evangelho e a nossa missão de O pregar», afirmou.

«Mesmo assim aceitamos as pessoas e acolhe-mo-as, mas nem todas as suas acções podem ser acolhidas», afirmou. «De certo modo, é um pouco ingénuo pensar que somente porque acolhemos a pessoa, não iremos questionar o que essa pessoa faz».

«O Evangelho é formado por ensinamentos maravilhosos, mas também exigentes. É o papel da Igreja e dos Bispos, realçarem estes ensinamentos, ainda que estes nem sempre sejam agradáveis», afirmou.

O Cardeal Ouellet defendeu os ensinamentos da Igreja acerca dos casamentos entre pessoas do mesmo sexo, afirmando que estes derivam das Escrituras. Afirmou que a Igreja deve permanecer fiel à mensagem do Evangelho e não pode abençoar casamentos entre pessoas do mesmo sexo». «Ao mesmo tempo», afirmou, «isto não significa que a Igreja seja contra os homossexuais».

 

Afirmou que compreende que os homossexuais podem ter dificuldades com o modelo da família nuclear.

Os Bispos do Quebec estarão em Roma, em visita regular, entre 1 e 15 de Maio. O Cardeal Turcotte afirmou que os Bispos relatarão, durante a sua visita,  os temas levantados na carta.

 

 


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