Olá
Neste Natal peçamos a Deus pelo papa. Peçamos para que tenha uma visão mais holística da criação.
Ajuda-nos a perceber, ó Pai, porque está o teu filho Bento tão fixado pelos homossexuais, para merecerem tanto destaque na mensagem de Natal e de Ano Novo. O que será que o move?
Envia sobre ele o teu Espírito Santo para que um dia possa conhecer e compreender a totalidade da obra da Tua criação; para que um dia possa compreender que os homossexuais também são obra da Tua criação e que conhecendo melhor os homossexuais te possa conhecer melhor a Ti e amar-Te com mais profundidade. Ámen!
Foi a notícia que se segue que motivou este curto momento de oração.
Um Santo Natal para todos e que juntos saibamos construir a verdadeira paz que quebra todas as barreiras.
Abraço
Carlos
"22.12.2008 - 20h31 Agências
“As florestas tropicais merecem a nossa protecção. Mas o homem, enquanto criatura, também a merece”.
Para a Igreja Católica, a homossexualidade em si não é pecado, mas os actos homossexuais são-no. O Vaticano opõe-se aos casamentos gay e, em Outubro, um alto responsável da Igreja indicou que a homossexualidade é “um desvio, uma irregularidade, uma ferida”.
O Papa disse ainda que a humanidade precisa de “escutar a linguagem da Criação” para entender os papéis do homem e da mulher e comparou as relações diferentes das heterossexuais como “a destruição do trabalho de Deus”.
“Aqui trata-se da fé no Criador e da escuta da linguagem da Criação, cujo desprezo significaria uma autodestruição do homem e, portanto, da própria obra de Deus”, alertou o Papa.
O Papa chamou ainda a atenção para a “nossa responsabilidade para com a Terra”, frisando que a mesma “não é uma propriedade nossa que podemos explorar segundo os nosso interesses e desejos”, indica a agência Ecclesia.
Papa demarca-se do estatuto de “estrela rock”
No mesmo discurso, um dos mais importantes do ano religioso, o Papa aproveitou ainda para se demarcar da imagem de “estrela rock” que se colou à pele do seu antecessor, João Paulo II, durante as Jornadas Mundiais da Juventude.
O Papa evocou “as análises em voga” que “tendem a considerar essas jornadas como uma variante da cultura jovem moderna, como uma espécie de festival rock modificado, num sentido eclesiástico, com o Papa como estrela”.
As aparições do Papa João Paulo II, que morreu em 2005, nessas Jornadas suscitavam um entusiasmo próximo da histeria. O Papa polaco, que cultivava os contactos directos com as multidões, nunca combateu o fenómeno de adulação que causava alguma indisposição no seio da Igreja Católica.
Bento XVI admitiu, porém, que há vozes católicas que vêm nestas iniciativas um “grande espectáculo, belo, mas de pouco significado para a questão sobre a fé e a presença do Evangelho no nosso tempo”.
“Seriam momentos de um êxtase festivo, que no fim de contas, contudo, deixariam tudo como dantes, sem influênciar de forma profunda a vida”, indicou."