ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 30.05.10 às 00:31link do post | favorito

A pressão internacional sobre o Malawi resultou e foi determinada a libertação do casal gay de que já aqui haviamos falado. Parabéns ao casal, parabéns ao Malawi e parabéns a quem contribuiu para a causa.

 

O Presidente do Malawi, Bingu Wa Mutharica, anunciou que irá perdoar o casal gay que tinha sido condenado a 14 anos de prisão por protagonizar o primeiro casamento entre homossexuais no país.
Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanda foram os primeiros a realizar  um casamento gay simbólico no Malawi Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanda foram os primeiros a realizar um casamento gay simbólico no Malawi (Eldson Chagara/Reuters)
A decisão foi tomada depois de vários apelos feitos pela ONU, pela União Europeia ou pela Administração norte-americana, que pediram ao Governo do Malawi que tivesse uma atitude mais tolerante em relação aos homossexuais.

Mutharika disse que ordenou a libertação imediata de Steven Monjeza, de 26 anos, e de Tiwonge Chimbalanda, de 20. “Decidi dar-lhes o perdão, que entra hoje mesmo em vigor, e eles serão libertados”, disse o Presidente do Malawi após um encontro com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que se encontra de visita ao país. “O perdão foi decidido por razões humanitárias”, adiantou, citado pela AFP.

No Malawi a homossexualidade é um crime e o casal tinha sido condenado por “violar a ordem da natureza”. Tinha sido condenada à pena máxima prevista – 14 anos de detenção e trabalhos forçados - depois de ter organizado a primeira cerimónia simbólica de um casamento entre homossexuais no Malawi.

Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanda conheceram-se no início de 2009 e viviam junto há cinco meses quando decidiram oficializar a sua relação com uma cerimónia a 28 de Dezembro em Blantyre, a capital comercial do país.

“Saúdo esta decisão corajosa de perdoar estes dois homens gays", disse Ban Ki-moon, que apelou à revogação da lei “obsoleta” que permitiu a condenação. O Malawi é um dos 38 países africanos que condena a homossexualidade.

A sentença tinha gerado inúmeras críticas. A comissária das Nações Unidas para os direitos humanos, Navy Pillay, disse ter ficado “chocada e consternada” com a condenação e a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, condenou a decisão e apelou ao Governo do Malawi para “mostrar que está determinado a promover e proteger os direitos humanos de todas as pessoas, qualquer que seja a sua orientação sexual”.

 

 


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publicado por Riacho, em 25.05.10 às 21:06link do post | favorito

O escritor paranaense Fernando Cardoso, de 28 anos, lança o seu primeiro livro O Evangelho Inclusivo e a Homossexualidade uma obra documental que retrata a identidade simultânea entre a Homossexualidade e o Cristianismo, abordando desde a história da perseguição aos homossexuais até a análise da intolerância humana que utiliza-se de passagens bíblicas para condenação da homossexualidade. Segundo o autor, o livro provavelmente alcançará a muitos corações que ansiavam por uma resposta sensata e coerente sobre o assunto.

 

Em conjunto, o Autor lança também seu segundo livro “A Homoafetividade e o Cristianismo”, uma Série de Mensagens Inclusivas. Uma obra elaborada por meio de textos e reflexões redigidas pelo Autor ao longo do tempo. Segundo o mesmo, são assuntos intrigantes e polêmicos que surgiram de seus próprios anseios como também de questionamentos levantados por jovens diversos que crescem em lares cristãos e vivenciam todos os conflitos que o tema suscita.

 

Professor, Cristão, Militante pela Inclusão LGBT no Cristianismo, Escritor Inclusivo, o Autor traz em seus livros a mensagem sobre a Verdade Inclusiva apresentada ao mundo como forma de libertação às minorias. O militante sensibiliza aqueles que nunca tinham se questionado sobre o amor do Criador com a diversidade de sua Criação e também para aqueles que se sentem excluídos de suas Igrejas e, sobretudo, do amor de Deus.

 

Os livros vêm se destacando entre a comunidade LGBT, trazendo revelações sobre a Teologia Inclusiva, cuja mensagem é acolher os que vivem a margem da sociedade, ultrapassando as acepções feitas durante séculos pelo Cristianismo ortodoxo. Baseando-se no método histórico e crítico, minuciosamente, busca apoio nas versões originais hebraica e grega dos Escritos Sagrados, além de depoimentos e afirmações de teólogos considerados referências no mundo cristão, para validação da criação da diversidade de gêneros.

 

Segue o link para compra dos livros:

O EVANGELHO INCLUSIVO E A HOMOSSEXUALIDADE
http://clubedeautores.com.br/book/17584--O_Evangelho_Inclusivo_e_a_Homossexualidade

A HOMOAFETIVIDADE E O CRISTIANISMO
http://clubedeautores.com.br/book/20091--A_Homoafetividade_e_o_Cristianismo


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publicado por Riacho, em 23.05.10 às 12:26link do post | favorito


Ó Espírito Santo, dá-me um coração grande,

aberto à tua Palavra silenciosa,

mas forte e inspiradora,

fechado a todas as ambições mesquinhas,

alheio a qualquer desprezível competição humana,

compenetrado do sentido da Santa Igreja!

 

Ó Espírito Santo, dá-me um coração grande,

desejoso de se tornar semelhante ao coração do Senhor Jesus.

 

Dá-me um coração grande e forte

para amar a todos, para servir a todos,

para sofrer por todos!

Um coração grande e forte

para superar todas as provações,

todo o tédio, todo o cansaço,

toda a desilusão, toda a ofensa!

Um coração grande e forte,

constante até ao sacrifício,

quando este for necessário!

 

Ó Espírito Santo, dá-me um coração

cuja felicidade seja palpitar

com o coração de Cristo

e cumprir humilde, fiel e firmemente

a vontade do Pai.

Àmen.

 

(ORAÇÃO DE PAULO VI)


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publicado por Riacho, em 21.05.10 às 20:17link do post | favorito
"O Presidente fez uma comunicação ao País acerca da lei que permite o casamento civil de pessoas do mesmo sexo. Decerto por azar, acertou no dia mundial de luta contra a homofobia, celebrado a 17 de Maio. Mas acabou por o assinalar da melhor forma, ao promulgar, colocando Portugal na vanguarda internacional da luta contra a discriminação com base na orientação sexual.

Fê-lo contrariadíssimo, é certo: a comunicação não foi aliás mais que a expressão dessa contrariedade, uma espécie de queixa ao País. Queixou-se o PR por exemplo da inexistência de "um consenso partidário alargado" quando, azar, a lei, proposta pelo Governo, foi aprovada por quatro dos seis partidos que compõem o Parlamento, de acordo com propostas explicitamente sufragadas nas eleições de Setembro (o PSD e o CDS/PP nada continham no programa eleitoral relativo aos direitos dos casais de pessoas do mesmo sexo). E queixou-se de não terem sido copiadas "soluções jurídicas" de países onde, alega, "à união de pessoas do mesmo sexo foram reconhecidos direitos e deveres semelhantes aos do casamento entre pessoas de sexo diferente, mas não se lhe chamou casamento, com todas as consequências que daí decorrem" - exemplificando com o Reino Unido, a Dinamarca e a Alemanha, países cujas "soluções" - azar! - permitem a adopção. Queixou-se ainda do curto número de países que consagraram a igualdade no acesso ao casamento, "esquecendo" - azar, de novo - os seis estados norte-americanos que o fizeram.

É, o Presidente anda azarado. De tal modo que ao requerer ao Tribunal Constitucional a fiscalização preventiva do diploma mencionou todas as normas da lei que o TC, num acórdão de Julho de 2009 assinado por cinco dos 13 juízes, já "passara", esquecendo no pedido a única norma de duvidosa constitucionalidade, a da interdição da adopção. Ainda por cima, é a segunda vez que este Presidente tem um lapso destes (a primeira ocorreu com o Estatuto dos Açores).

É pois da mais elementar urgência que Cavaco encontre conselheiros e assessores mais habilitados, que lhe impeçam erros tão grosseiros e, sobretudo, que conheçam as atribuições e deveres presidenciais. É que de outro modo pode haver quem comece a suspeitar de que usa os pedidos de fiscalização ao TC para efeitos que nada têm a ver com os seus objectivos declarados, numa clara perversão das respectivas atribuições - as do tribunal e as do presidente. E que é à Constituição que jurou respeitar e fazer cumprir que tem, afinal, azar. A Constituição que determina as regras da democracia portuguesa, entre as quais essa de que, dir-se-ia, o Presidente se veio queixar aos portugueses - a de que o Parlamento que elegeram e que os representa manda mais que ele. Azar, azar.

 

Fonte:http://dn.sapo.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1574952&seccao=Fernanda%20C%E2ncio&tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco


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publicado por Riacho, em 21.05.10 às 00:16link do post | favorito

Não podemos ficar satisfeitos da vida por vivermos num país que já aprovou o casamento entre pessoas do mesmo sexo enquanto noutros viver com quem se ama dá direito a pena de morte, como no Irão e a pena de prisão de 14 anos, como no Malawi. É uma questão de direitos humanos. Apoia as organizações que lutam em defesa dos direitos humanos como a Amnistia Internacional. Para mais informações clica aqui:  www.amnistia-internacional.pt

 

 "Um casal de homens homossexuais foi condenado a 14 anos de prisão no Malawi, país da África Oriental. Os homens foram considerados culpados por perversidade sexual e atentado grave ao pudor.

 

Steven Monjeza e Tiwonge Chimbalanga, ambos na casa dos 20 anos, estavam presos desde Dezembro, altura em que celebraram uma cerimónia tradicional de noivado.

 

A condenação do casal, no início desta semana, causou revolta na comunidade internacional. A sentença foi anunciada hoje, quinta-feira.

A homossexualidade é proibida pelas leis de Malawi desde a época colonial.

 

Nyakwawa Usiwa-Usiwa, juiz que proferiu a sentença, disse: "Darei uma sentença rigorosa para que o público esteja protegido de gente como vocês, para que não sejamos tentados a copiar esse exemplo horrendo".

 

Segundo o correspondente da BBC Raphael Tenthani, Monjeza começou a chorar ao ouvir as palavras do juiz.

 

Karen Allen, correspondente da BBC na África do Sul, disse que, com a sentença, é possível que o Malawi seja alvo de ameaças diplomáticas de países europeus. A pena é considerada uma das mais severas dadas a um casal gay, embora em países como o Irão, a homossexualidade seja punida com a pena capital.

 

Visão internacional

A defesa do casal argumentou, em vão, que ninguém foi prejudicado pelas acções dos jovens.

Para Michelle Kagari, vice-directora da Amnistia Internacional para África, o casal pode ser considerado "prisioneiro de consciência".

 

“Estar num relacionamento não deveria ser um crime. Os direitos humanos, os direitos deles foram flagrantemente violados", disse Kagari.

A activista classificou a condenação do casal como um "passo atrás" para o Malawi.

 

De acordo com a Amnistia, o casal teria sido espancado pela polícia e Tiwonge Chimbalanga, um dos condenados, teria sofrido exames anais forçados para verificar se o relacionamento foi "consumado".

 

Segundo a vice-directora, este tipo de exame, sem consentimento, "contraria a proibição absoluta de tortura e outras formas de tratamento desumanas, cruéis e degradantes".

 

Sendo um país que depende em 40% de doações e ajuda comunitária, a pressão diplomática exterior pode trazer efeitos negativos para o Malawi.

 

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1574714

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publicado por Riacho, em 18.05.10 às 23:37link do post | favorito

Esta notícia do Público é muito interessante pois o presidente da Conferência Episcopal afirma que concorda com os direitos e deveres dados agora aos casais de pessoas do mesmo sexo desde que não se lhe chame casamento. Este é um grande avanço por parte da Igreja, um grande passo para que a Igreja se torne cada vez mais inclusiva.

 

“A Igreja não tem atitudes discriminatórias contra ninguém e está plenamente convencida de que a situação destas pessoas poderia ser resolvida de um modo diferente. Isto é, não equiparando ao estatuto da família”, afirmou o arcebispo Jorge Ortiga, numa reacção à promulgação do diploma que legaliza o casamento entre homossexuais pelo Presidente da República, Cavaco Silva, anunciada ontem oficialmente.

Para o prelado, os casais do mesmo sexo “poderiam ficar com os seus direitos e com as suas obrigações salvaguardadas através de outro estatuto”. “Tal como se faz em muitos outros países da Europa. E países desenvolvidos”, acrescentou.

Questionado sobre se a alternativa ao casamento poderia ser o registo civil das uniões homossexuais, o responsável pela Conferência Episcopal Portuguesa considerou que essa poderia ser “uma questão a estudar”. “Parece-nos que o estatuto de família é algo que tem um campo muito específico, com um enquadramento que lhe é próprio”, argumentou, frisando que a posição por si expressa tinha sido já referida pelo Papa Bento XVI, durante a visita a Portugal, na semana passada.

Na passada quinta-feira, em Fátima, no encontro com as organizações da Pastoral Social, Bento XVI afirmou: "As iniciativas que visam tutelar os valores essenciais e primários da vida, desde a sua concepção, e da família, fundada sobre o matrimónio indissolúvel de um homem com uma mulher, ajudam a responder a alguns dos mais insidiosos e perigosos desafios que hoje se colocam ao bem comum."

Ontem à noite, poucos dias após a visita papal, Cavaco Silva anunciou a promulgação do diploma que previa a legalização do casamento homossexual, uma decisão que tomou muito contrariado e com a crise no pensamento. Segundo o Presidente, o seu "sim" pretendeu evitar mais problemas "face à dramática situação em que o país se encontra".

 

Fonte - http://www.publico.pt/Sociedade/conferencia-episcopal-lamenta-falta-de-alternativas-ao-casamento-gay_1437711


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publicado por Riacho, em 17.05.10 às 22:52link do post | favorito

A grande notícia de hoje já corre mundo!

LISBON, Portugal (AP) — Portugal's conservative president announced Monday he is reluctantly ratifying a law allowing gay marriage, making the predominantly Catholic country the sixth in Europe to let same-sex couples wed.

President Anibal Cavaco Silva said he would not veto the bill because majority liberal lawmakers would only overturn his decision. The country must focus instead on battling a crippling economic crisis that has increased unemployment and deepened poverty, he said.

"Given that fact, I feel I should not contribute to a pointless extension of this debate, which would only serve to deepen the divisions between the Portuguese and divert the attention of politicians away from the grave problems affecting us," Cavaco Silva said.

He said he was setting aside his "personal convictions," though he did not elaborate and did not take reporters' questions.

The country's parliament passed the Socialist government-backed bill in January, with the support of all of Portugal's left-of-center parties, who together have a majority. Right-of-center parties opposed the measure and demanded a national referendum.

Elsewhere in Europe, gay marriage is permitted in Belgium, the Netherlands, Spain, Sweden and Norway. As well, five U.S. states and Washington, D.C., have legalized same-sex marriage, as have Canada and South Africa.

Cavaco Silva's announcement came three days after Pope Benedict XVI left Portugal. During his four-day visit, which attracted hundreds of thousands of people, the pontiff said same-sex marriage, and abortion, were some of the most "insidious and dangerous" threats facing the world.

Socialist Party spokesman Vitalino Canas welcomed the president's decision.

"This is a memorable moment," he said. "This is a great step forward for us politically and as a society."

Antonio Serzedelo, the president of lobby group Opus Gay, congratulated the head of state for placing "ethical responsibility above personal opinions."

Portugal is nearly 90 percent Catholic. However, only around 2 million of its 10.6 million people describe themselves as practicing Catholics and Portugal has drifted away from the church's teachings.

The current Socialist government has defied the church before. It passed a law in 2007 allowing abortion. The following year, it introduced a law allowing divorce even if one of the spouses objected. It has argued that the legislation is part of Portugal's "modernization."

The new law removes the previous legal stipulation that marriage is between two people of different sexes.

Portugal's Constitutional Court validated the bill's legality last month.

Like neighboring Spain, which introduced same-sex marriages four years ago, previous efforts in Portugal to introduce gay marriage ran into strong resistance from religious groups and conservative lawmakers.

Gay rights advocates have said they will continue to fight for gay couples' parental rights, including adoption, which are not included in the law.

Portugal lifted a prohibition on homosexuality in the early 1980s. In 2001, it passed a law allowing "civil unions" between same-sex couples, which granted couples certain legal, tax and property rights. However, it did not allow couples to take a partner's name, nor inherit his or her possessions or state pension.

 

Fonte: http://www.foxnews.com/world/2010/05/17/portugal-th-european-country-allow-gay-marriage-presidents-ok/


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publicado por Riacho, em 17.05.10 às 20:21link do post | favorito

O presidente da Republica acaba de promulgar a lei que aprova o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Parabéns a todos os que contribuiram para a aprovação da lei. E uma boa prenda no dia de luta contra a homofobia e um sinal para muitos países do mundo. Quem tinha medo desta lei vai descobrir rapidamente que não tinha razões para tal. Mas a luta continua. O próximo passo é a adopção...

 

Abraços,

 

Carlos


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publicado por Riacho, em 17.05.10 às 19:30link do post | favorito

A Igreja Episcopal dos Estados Unidos – que representa o anglicanismo no país – ordenou neste sábado sua primeira bispa abertamente lésbica. A ordenação de Mary Glasspool foi realizada apesar das advertências do arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, que disse que isso aprofundaria a disputa em torno da orientação sexual dos prelados.

Glasspool se tornou bispa auxiliar em uma cerimônia celebrada em Long Beach, Califórnia, da qual participaram 3.000 pessoas.

A reportagem é do sítio Religión Digital, 16-05-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Em 2003, Gene Robinson se tornou o primeiro bispo abertamente gay dos EUA. A Comunhão Anglicana – a afiliação mundial de Igrejas anglicanas – ficou à beira da ruptura.

Junto com Mary Glasspool, Diane Jardine Bruce também foi ordenada bispa neste sábado.

Ambas foram designadas em dezembro como as primeiras bispas mulheres da diocese de Los Angeles, que tem 114 anos de história.

Robert Pigott assegurou que a ordenação de Mary Glasspool foi interpretada como uma deselegância da liberal Igreja Episcopal dos EUA com outras Igrejas anglicanas de todo o mundo.

O arcebispo de Canterbury pediu que a Igreja Episcopal não realizasse a ordenação, advertindo que ela aprofundaria as diferenças com os tradicionalistas anglicanos que consideram a homossexualidade ativa um pecado.

É provável que a ordenação de Glasspool acelere a marginalização da Igreja Episcopal e aumente a tensão entre anglicanos em outros lugares.

No começo, a Igreja Episcopal aceitou suspender a ordenação de bispos abertamente homossexuais, mesmo que depois tenha revogado essa decisão.

Para ler mais:

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=32496


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publicado por Riacho, em 16.05.10 às 23:53link do post | favorito

5 Mitos derrubados sobre os Gays

Para contar algumas verdades e esclarecer a população, este artigo vem derrubar cinco mitos a respeito dos homossexuais

Hypescience - Rafael Alves

 

Você pode descobrir coisas que sempre imaginou serem diferentes.

Alguns conceitos sobre homossexualismo encontram grande aceitação entre as pessoas.

 

1 – Animais são sempre heterossexuais

Há quem conteste o homossexualismo por dizer que não é parte da natureza, já que não existem animais gays. Mentira. Animais como pinguim, golfinho, bisão, cisne, girafa e chimpanzé são apenas alguns exemplos de animais que praticam relações homossexuais.

Isso derruba outro senso comum, de que os animais só fazem sexo para reprodução. O que ainda intriga os cientistas é o motivo. As teorias mais aceitas dizem que o relacionamento de animais do mesmo sexo ajuda a fortalecer laços sociais.

2 – Relacionamentos gays não duram

Geralmente, se tem essa ideia. Ou pelo menos que eles não duram tanto quanto as relações heterossexuais. Algumas teorias psicológicas afirmam que é justamente o preconceito das outras pessoas e a dificuldade de reconhecimento legal que levam os casais homossexuais a desejarem fortalecer um relacionamento.

Um estudo da Universidade de Washington acompanhou casais gays por um período de doze anos, e constatou que um a cada cinco casais romperam a relação, taxa inferior à de divórcios no mesmo período.

3- A maioria dos pedófilos são gays

Essa é uma questão delicada, já que pedofilia é um dos poucos assuntos no mundo em que há unanimidade: ninguém defende publicamente a pedofilia. Quando se trata de traçar um perfil do pedófilo, alguns imaginam uma compulsão a desejos homossexuais. Um instituto de Psiquiatria no Canadá fez um estudo com gays para descobrir se havia alguma ligação entre as duas coisas. Os cientistas chamaram homens homo e outros heterossexuais, lhes mostraram fotos de crianças e mediram sua excitação sexual. Os homossexuais não reagiram mais fortemente à imagem de meninos do que os heteros à de meninas.

 

Um outro estudo, da Universidade do Colorado, analisou 269 casos de abuso infantil. 82% dos casos foram iniciativa de adultos heterossexuais, e os 18% restantes ficaram divididos entre homens gays e lésbicas. De lambuja, o estudo afirmou concluir que homossexuais tendem a resolver conflitos mais facilmente.

4 – Casais gays não são bons como pais ou mães

Uma ideia que envolve legalidade, já que a justiça da esmagadora maioria dos países proíbe o casamento homossexual, também não se mostrou verdadeira. Muitos fazem fileiras contra o casamento gay porque não admitem a possibilidade de que eles possam formar uma família.

Estudos analisaram alguns quesitos com os filhos de casais. 90 adolescentes foram analisados, por exemplo, na escola, e a média de nota foi superior em filhos de casal homossexual. O estudo mostrou também que não há entre filhos de casal homossexual tendência nenhuma para entrar em delinquência juvenil, que ás vezes é relacionada a revoltas ou traumas de infância. A conclusão do estudo, de que não há mal nenhum em que casais gays criem filhos, foi publicada em uma revista norte-americana em fevereiro deste ano.

5 – Ser gay é uma escolha

Esta aqui pode causar a maior surpresa: um estudo afirma que o homossexualismo não é uma escolha, é genético! Um estudo da Universidade McMaster, em Ontario (Canadá). Entenda: a pesquisa analisou gêmeos univitelinos ( gêmeos idênticos em que todos os genes são compartilhados), com gêmeos bi vitelinos (chamados de gêmeos fraternos, onde apenas 50% dos genes são iguais). Observou-se que os gêmeos idênticos estão mais propensos a ter a mesma orientação sexual – seja ela qual for – do que os gêmeos fraternos. Ou seja, na maioria dos gêmeos idênticos, se um deles é gay, o outro também o será, ou seja, está no gene.

O estudo também achou outras possíveis causas para a homossexualidade. Uma delas, curiosa, é a exposição hormonal do feto dentro do útero durante a gravidez. E há particularidades no organismo de indivíduos sexuais, tais como diferenças no sistema nervoso central. E uma surpreendente, que caracteriza os gays pelo formato da orelha! [Live Science]

 

Fonte http://www.adjorisc.com.br/jornais/obarrigaverde/comportamento/5-mitos-derrubados-sobre-os-gays-1.283936

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