Blair, que se converteu ao catolicismo em 2007, acredita que existe uma “diferença geracional” significativa entre os líderes da Igreja Católica e os membros das congregações. “Há aqui uma enorme diferença geracional”, disse quando lhe foi pedido para comentar as declarações de Bento XVI que, ainda enquanto cardeal, definira a homossexualidade como uma “disfunção objectiva”, escreveu a Associated Press.
“(...) Se for a uma Igreja num domingo (...) ficará surpreendido com a abertura de espírito das pessoas”, acrescentou, sugerindo que a maioria dos católicos não concorda com a posição oficial da Igreja e deixando entender que estas declarações não são um ataque à Igreja nem a Bento XVI.
“Existem muitas e grandiosas coisas que a Igreja Católica faz, e há imensas coisas fantásticas que este Papa defende”, referiu.
Tony Blair converteu-se ao catolicismo em 2007, depois de ter abandonado o cargo de primeiro-ministro do Reino Unido. Em 2008 criou a Tony Blair Faith Foudation, uma fundação com o objectivo de combater o fanatismo religioso, organizar grupos de fé para ajudar na luta contra a pobreza e informar pessoas em todo o mundo acerca de outras religiões que não a sua.
in: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1373354