ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 24.09.07 às 14:37link do post | favorito

Caros riachenses,

 

O nosso último encontro, fértil em discussão e ideias, mostrou-nos também o quão permanente é a nossa caminhada em e para Cristo: estando presente um irmão estrangeiro, não o soubemos integrar; perante um irmão que queria partilhar, não o soubemos escutar; perante o atrito, não o soubemos gerir. Cristo chama-nos e interpela-nos a todos para o serviço, para sermos os bons samaritanos dos nossos tempos, que não se limitam a olhar, a contemplar, mas a agir, a integrar, a escutar, a partilhar!

 

Trouxe-nos este encontro também a perspectiva de uma nova dinâmica para o Riacho:

  1. A criação de uma estrutura nacional (cujos responsáveis ficaram por definir);
  2. Uma «newsletter» mensal a enviar a todos os «riachenses» e outros interessados (apelo a todos que coloquem aqui no blog sugestões sobre o nome a dar à «newsletter»);
  3. Uma nova dinâmica «tripartida» para os Encontros mensais;
  4. Dois retiros temáticos anuais;
  5. Um Encontro lúdico de verão.

Gostaria agora de deixar aqui à consideração de todos, uma proposta para o plano anual de actividades do «Riacho» para 2007/ 2008.

 

 

PLANO ANUAL DE ACTIVIDADES 2007/ 2008

PROPOSTA

 

NOTA PRÉVIA:

Esta proposta assenta numa dinâmica de continuidade litúrgica (seguir de perto o ciclo litúrgico) e reflexiva, que tem por base três grandes áreas de acção: Moralidade, Consciência e Legislação; Espiritualidade e Acompanhamento Pastoral e Ministério de Colaboração e Retrospectiva do Ano; bem como na aposta de um momento de celebração da palavra, em cada Encontro mensal.

 

 

ACTIVIDADES:

  • OUTUBRO, dia 20:
    • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
    • Espaço Reflexivo: Moralidade Católica e realidade Sexual - Cristianismo e Homossexualidade (1.ª Parte).
    • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

 

  • NOVEMBRO, dia 17:
    • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
    • Espaço Reflexivo: Moralidade Católica e realidade Sexual - Proclamação Empírica (2.ª Parte).
    • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

 

  • DEZEMBRO, dia 15:
    • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
    • Espaço Reflexivo: Questões de Consciência (1.ª Parte) - Viver com Contradições: Discordância e Diálogo na Igreja.
    • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

 

  • JANEIRO/08, dia 19:
    • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
    • Espaço Reflexivo: Questões de Consciência (2.ª Parte) - Libertando a Consciência Homossexual.
    • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.
  •  

 

  •  FEVEREIRO/08, dia 16:
      • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
      • Espaço Reflexivo: Legislação e Sua Implicação para os Católicos Homossexuais (1.ª Parte) - Igualdade e Sexualidade.
      • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

     

    • MARÇO/08, dia 15:
        • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
        • Espaço Reflexivo: Legislação e Sua Implicação para os Católicos Homossexuais (2.ª Parte) - Uniões de Facto.
        • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

       

      • ABRIL/08, dia 19:
          • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
          • Espaço Reflexivo: Espiritualidade Homossexual (1.ª Parte) - Meditação e Amizade.
          • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

         

        • MAIO/08, dia 17:
            • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
            • Espaço Reflexivo: Espiritualidade Homossexual (2.ª Parte) - Desejo e Fé.
            • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

           

          • JUNHO/08, dia 21:
              • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
              • Espaço Reflexivo: Evangelização e Acompanhamento Pastoral (1.ª Parte) - Como Não Evangelizar.
              • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

             

            • JULHO/08, dia 19:
                • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
                • Espaço Reflexivo: Evangelização e Acompanhamento Pastoral (2.ª Parte) - Acompanhamento Pastoral dos Homossexuais Católicos.
                • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

               

              • AGOSTO/08:
                  • FÉRIAS.

                 

                • SETEMBRO/08, dia 20:
                    • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
                    • Espaço Reflexivo: Ministério de Colaboração (1.ª Parte) - O Nosso Lugar enquanto Iguais.
                    • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

                   

                  • OUTUBRO/08, dia 18:
                      • Espaço Bíblico: das leituras e evangelhos dos últimos quatro Domingos, escolher um que melhor se enquadre no binómio fé/ homossexualidade.
                      • Espaço Reflexivo: Ministério de Colaboração (2.ª Parte) - Colaboração ou Colisão?.
                      • Espaço de Discussão: Apresentação e discussão do Plano Anual de Actividades 2008/ 2009.
                      • Espaço da palavra: Celebração da Palavra.

                    Dois retiros: Natal e Páscoa, com programa específico.

                     

                    Aqui deixo a proposta. Espero que todos possam «chegar-se à frente» e dar o seu contributo...

                     

                     

                    Abraços,

                    Zé (Évora)

                       


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                    publicado por Riacho, em 09.09.07 às 23:08link do post | favorito
                    Olá,
                     
                    Escrevemos-te para te dar conta de várias coisas:
                     
                    1- O Riacho ainda corre e caso não saibas temos uma nova página na net e um blog. A página podes encontrá-la em www.riacho.no.sapo.pt
                    Caso pretendas responder ou fazer um comentário a post já existente basta seleccionares “comentar post”e automaticamente se abre janela.
                    Usa e abusa do Blog, pois tem sido e quere-se o meio preferencial de comunicação entre nós (para além do pessoal claro!)
                     
                    2- O Encontro de abertura do novo ano 2007/08 é já dia 22 de Setembro pelas 21h no local habitual, Lisboa. Temos várias coisas para reflectir:
                                a) programação dos encontros para 2007/08
                                b) tipo de dinâmica a imprimir aos encontros
                                            1) existem várias propostas que teremos de analisar e que já podem ser antevistas nos post colocados no blog
                                c) Vários
                                            1) propostas pessoais
                                            2) sugestões
                                            3) etc
                     
                    3- Sobre o ponto 2b, há 3 vias para já em análise:
                     
                                1) adoptar para o Riacho um modelo/estrutura semelhante à Dignity/ David e Jonathan/Quest (modelo a definir por todos)
                                2) manter a actual estrutura com programação dos encontros ao longo do ano, incluindo retiros (tempos fortes: Natal e Páscoa) e tendo como base um(ou mais) livro(s) que se lia(m) ao longo do ano e que serviam de base de reflexão.
                                3) necessidade ou não de um elemento que acompanhe a dinâmica (um sacerdote p.ex.)
                                4) outras propostas
                     
                    4- O Riacho tem tido impacto na sociedade quer hetero quer homossexual, pois apercebemo-nos que as pessoas têm ouvido falar e nos lêem (1900 visitantes no blog!!!!!), e existem movimentos que já nos conhecem (ex: ILGA, Nós Somos Igreja, etc). Apesar de fracos e das dificuldades, julgamos ser importantes como grupo e dinâmica no seio da sociedade e da Igreja. È fundamental a participação de todos, mesmo que essa participação não seja nos encontros, que seja através de mensagens, criticas, envio de textos, ideias, etc…pois só juntos é que conseguimos fazer algo. Continuamos a achar que o Riacho é muito importante, não só para as nossas vidas, mas para uma Igreja e Sociedade laica , mais justas, humanas e inclusivas. Porque o que nos move é o Amor, cujo nome conhecemos: “Jesus ”.
                    Seria muito útil para o Riacho que até ao próximo encontro tivéssemos comentários, sugestões, críticas, ideias, aos pontos acima abordados ou a outros que julguem importantes, para que o Riacho seja cada vez mais NOSSO e INCLUSIVO.
                     
                    Abraços em Cristo “o Amor”
                     
                    Carlos e Quim

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                    publicado por Riacho, em 09.09.07 às 14:02link do post | favorito
                    "Imagine there’s a Heaven!?"
                    The Situation of Lesbians and Gays in the Churches of Europe"


                    Presented by
                    Randi O. Solberg, European Forum president, Norway/Germany
                    at the European Forum conference, June 25th 2005
                    and at the
                    European Forum Women’s pre-conference, June 23rd 2005
                    The paper is based on reports from LGBT groups in the different countries, printed in the book:
                     “Let Our Voices Be Heard! Christian Lesbians in Europe Telling their Stories”
                    First published in Germany 2004
                    Mein Buch Verlag
                    Copyright Randi O. Solberg
                    This is the alternative version of John Lennon’s imagination. Most of you probably know his famous song.
                    This could also be a title for the hopes and dreams of many Christian lesbians and gay men. Not only the question if and a hope that there is a Heaven after this life, - but also the question, if there is such a place already here on earth. A place where each one of us can be the person we are, the way God has created us. Is there a place like this for us in the churches of Europe? Are the churches in Europe opening – or closing - the gates to Heaven on Earth for lesbian, gay, bisexual and transgender, - so called LGBT-people?
                    Here in Norway there has been a big discussion last winter in connection with the appointment of the new bishop for Oslo. The question which seemed the most important in this choice was the bishop candidates’ attitude towards homosexuality. Oslo itself wanted a liberal and open bishop, - while the majority of the people allowed to vote in the rest of the country wanted a bishop which does not approve of lesbian and gay ministers, blessing of lesbian and gay partnerships etc. Since Norway has a state church, and at the time being a conservative government, the government appointed a conservative bishop.
                    This was not popular in Oslo. Still, I think for many Christian lesbians and gays in Southern and Eastern Europe the fact that there were bishop candidates and that there are bishops approving of ordained lesbian and gay ministers, blessing of same sex partnerships, might sound like Heaven on Earth. The latest good news just came this Monday when the Bishop Council appointed our friend Nils Riedl to be the new student chaplain at Oslo University even though he lives openly gay and in a registered partnership. The new bishop is principally against this appointment but the Bishop Council overruled his position with a clear majority.
                    In the process of making the book “Let Our Voices Be Heard!”, the lesbian woman in Greece who helped us fill in the questionnaire about the situation in the society and churches, sent her questionnaire back to me with the following comment to the question, whether “the church in her country is willing to bless lesbian couples”. She wrote: “I know this question is meant seriously, but for us her in Greece it sounds crazy. Is there really any church in this world which is willing to bless lesbian relationships?”
                    The answer to that question is definitely YES!
                    The book “Let Our Voices Be Heard!” clearly states so. Let’s listen to one of the texts from this book telling about the partnership celebration of Anne and Kerstin in Frankfurt, Germany:
                    “In summer 2002 Kerstin and I had our partnership registration in Frankfurt am Main and a blessing service in church. We wanted to do this as a very personal commitment between the two of us and at the same time as a political statement. Although we are not satisfied with the partnership law as it was passed in 2001, we wanted to use the right we were given. And we wanted to step out of the crowd of the many officially invisible and disregarded lesbian couples! For years I had said, “If I ever want to be married – only if it’s possible by law and in church as well”. We both felt that a blessing service meant a lot to us and besides this we wanted to take the chance to be visible and welcome in church, too.
                    First we didn’t really think about inviting many people or having a big party. But then we started discussing how disappointed our mums might be, if we didn’t even tell them before. So one night I called my mother to tell her that we were going to be married. One of the first things she said was: “Oh, let’s have a big party and I will do the wedding cake.” So this was decided. And the more people we told, the more people said they wouldn’t let us celebrate without them. In the end we knew that our families, our friends, even classmates and childhood friends we hadn’t seen for years would be there with us. And many more wrote cards and sent their good wishes, so did the grandparents who couldn’t travel all the way to Frankfurt.
                    We never really thought about how these people, coming from very different backgrounds and in many ways worlds apart would go together. Family members from rural and very conservative areas in Bavaria and Baden-Württemberg, gay and lesbian friends, colleagues from AIDS-Aid and theology students, guests coming from Germany, Norway, Turkey and Scotland... And maybe this was one of the most impressive and touching moments in my life when I realised how all these people who had been with me or Kerstin or both of us over the years held a big celebration together: Berlin dykes drinking vodka with our fathers; gay friends decorating tables with my mum; Kerstin and me dancing the first waltz with our mothers; bridesmaids between the age of 4 and 34, in dresses or jeans and T-shirt, walking the aisle with us; a lesbian friend holding the blessing service - and even people who have no or a rather negative relationship to church felt welcome and touched there in church with us.
                    So we had the big party – with the most various and colourful crowd of our loved ones supporting and celebrating us. And of course we had the wonderful wedding cake we also had been promised the moment we started telling people about our wedding plans - and my mother had decorated it all over with marzipan hearts and circles of women holding hands.”
                    This is a very happy story about a blessing service in church. But, in a European perspective they are not yet too many. I think that few lesbians, gays, bisexuals, transgender etc of our time experience churches as a protector of their human rights.
                    Let’s take a short trip around Europe to see how the situation is in the different churches, concerning the mentioned questions and other LGBT issues.
                    Because of time restrictions I will focus on four big Christian Churches in Europe: Protestant, Roman Catholic, Orthodox and Anglican.
                    Protestant Churches
                    We start with the protestant churches in Europe, to which for instance the Lutheran, the Reformed or Presbyterian, and the United Churches belong. These churches are dominant mainly in the North West European countries. Relatively spoken, these Churches take a rather liberal stand when it comes to LGBT issues in their churches. But it is difficult to generalize their positions. In opposite to the Catholic Church they do not have a central leadership that decides for instance about the Lutheran or Reformed profile world wide. Decisions and attitudes depend on regional and/or national synods, bishop councils and even single bishops.
                    The Lutheran Churches, which are dominant in the Scandinavian countries and still also mark the socio political climate in Scandinavia, became rather open to LGBT questions during the last 20 years. Especially Denmark came quite far, since the Lutheran Church accepted blessing services for same sex partnerships already in 1997, while the partnership registration is already possible since 1989. Norway followed with the partnership registration in 1993 and Sweden in 1995, while the Lutheran Churches in Norway, Sweden, and Finland did not follow the example of the Danish Lutheran Church concerning the blessing of LGBT relationships. In the other Scandinavian countries the possibility of blessing services and the ordination of lesbian and gay ministers living in partnership depend on region, bishop, bishop council and the position of the church hierarchy in general. However, the praxis of the last years shows that in reality several blessing services and appointments of lesbians and gays are done, even if it is against the official policy of the churches. It can be seen as a good sign.
                    In Finland lesbian and gay ministers mostly do not live openly since they still fear to lose their jobs in church.
                    Also in Latvia the position of the Lutheran Church is much more conservative than in Denmark, Sweden or Norway. Not only did they abolish the ordination of women but also lesbian and gay ministers and employers in church risk being withdrawn from their jobs. The minister Maris Sants had to experience that when he came out as gay in public.
                    In the reformed Churches in Europe the situation varies from the very open positions in the Netherlands where some of the reformed denominations have allowed same sex partnership blessings already at the beginning of the nineties, to the rather liberal positions in Germany and the German speaking Switzerland, to the more conservative Calvinist Reformed Church in France and the French speaking reformed Church in Switzerland. In France the Reformed Synod has decided in 2004 that open lesbians and gays are not allowed to work as ministers and that same sex partnerships will not be blessed in the churches even though French lesbians and gays can register their partnerships with the so called PACS (Parténariat Civil de Solidarité) since 1999.
                    Generally, the debates around the LGBT issues are still very controversial in the Reformed and United Churches in Europe. They are far away from reaching acceptable compromises.
                    Roman Catholic Church
                    We now “travel” to the Catholic Churches in Europe, which are mainly dominant in Southern Europe and in some Eastern European countries. The official position of the Catholic Church about any subject is decided by the Vatican. Therefore, there are no big differences between the different countries. Homosexuality is seen as sin, and homosexuals should live in celibacy or should be cured from their misled orientation through prayer, counselling and/or therapy. Openly living LGBT are not allowed to receive Eucharist or work in church, neither paid nor on a voluntary basis. It is official policy of the Vatican that lesbians and gays, who register their same sex partnership, lose their jobs whenever the Catholic Church finds out about it. Same sex partnership blessings are also not allowed in church. However, some catholic priests do it anyway. But they do it unofficially and at their own risk. One Italian priest was withdrawn from his parish after he had blessed a gay couple in a service. In Catholic dominated countries like Spain, Italy, Malta, Poland or Austria many priests express anti gay positions in public and use their authority in the media to do so.
                    Therefore, it is a rather positive surprise that a Catholic country like Spain has opened up marriage – with full rights – also for lesbian and gay couples in 2004. That means that Spain has tied or even passed Northern Europe and has become a sign of hope for the development of LGBT issues in all of Europe. Christian LGBT in Spain are also very happy about the development, but they clearly point out that it was a political decision. “As Christians we have to keep on working in order to have our love accepted by our churches. In Spain the Catholic Church is dominating and we all know what the Vatican thinks about this subject. Fortunately, many Christians who are distant to the church hierarchy think about it differently.”
                    In Malta the Malta Gay Rights Movement reports that a questionnaire shows that 29,5 % of lesbians and gays were discriminated against by church institutions for instance by denying them confession or by calling them sick or even animals.
                    The Catholic Church in Poland, home of the former Pope, is very strong. They criticize sharply the planned same sex partnership law which got accepted in the Upper house of the parliament but has to be voted upon again also in the Lower House.
                    Father Jerzy Kloch, speaker of the Polish Church leadership claims that the law breaks the constitution and brings social harm to marriage, family and children’s education. “The church has stated its attitude to the subject very clearly in many meetings with the government, and we hope that such a law will not be introduced in Poland!”
                    In 2001 bishop Tadeusz Pieronek said the following about homosexuality: “It is like with a contagious disease. Nobody wants to discriminate against those people, but since we are worried about our own safety, we have to ask for boundaries and a certain isolation of these people.” And:
                    “Homosexual marriage and adoption of children through homosexuals lead to paralyzing of the societal order.”
                    Church organizations and representatives were also partly responsible, when the gay pride parade and the campaign “fight against homophobia” in Warsaw and Krakow were stopped in 2004 and were violently harassed against by conservative and right winged people.
                    An exception seems to be the Catholic Church in Belgium. LGBT people report very positively about Catholic parishes and also about the Church leadership. But also there the bishops officially disapprove of the sexual aspect of same sex relationships. When a cardinal claimed in an interview in 2004 that lesbians and gays were perverts and people with big problems, cardinal Daneels, president of the all the bishops in Belgium replied: “that is not the attitude of the Catholic Bishop Council in Belgium!” In many cases lesbians and gays report positive experiences with parishes, Catholic grassroots organisations, and even with some Catholic priests who are very supportive, welcome open LGBT for Eucharist and even do same sex partnership blessings – of course unofficially, in Belgium just as much as in other European countries.
                    Orthodox Churches
                    We now travel to the Orthodox Churches in Europe. In countries like Russia, Romania, Moldova, Serbia Montenegro and Greece where the Orthodox Churches are dominant LGBT people in church have a hard time. They are not allowed to go to Eucharist. They are not allowed to work in church, neither paid nor as volunteers. However, there are many lesbians and gays employed by the Orthodox Church, but they all do not live openly. Otherwise they would lose their jobs. Lesbians and gays are seen as perverts and sinful against God’s law. They are supposed to be “ruled by the devil” and “a dangerous sign of the apocalypse.”
                    In Greece the organisation of Greek priests demanded that men who want to become priests have to undergo certain tests in order to prove that they are not homosexual, since families have to be protected against the “disease of Sodomy”. Father Efstathios Kollas, the leader of this organisation, has said: “Homosexuality is dangerous. Before Jesus Christ came to earth he had sent out an angel to kill homosexuals!” Fortunately this angel can’t have been to successful…
                    With positions like this it is not surprising that the Greek lesbian woman, that filled in the questionnaire for our book could not believe that same sex partnership blessings do exist somewhere in other churches of Europe and the world, as I mentioned before. She expressed the clear wish to hear everything about it. J
                    Anglican Church
                    As last stop we visit the Anglican Church which is the strongest church in Great Britain and also very strong in former Commonwealth Countries.
                    The Anglican Church world wide is divided over the subject of homosexuality, especially after the appointment of the openly gay theologian Gene Robinson as bishop in New Hampshire (USA), and after the decision of the Church of Westminster in Canada to accept same sex blessings in church services. Both incidents happened in 2003. The threat of conservative Anglican parishes and priests to leave the Anglican Church altogether has never ceased ever since. Some have actually left the church but that is a clear minority so far.
                    In the Anglican Church in Great Britain there are also many controversial debates and discussions about the subject of same sex blessings and the ordination of lesbian and gay priests. But personalities, like the former Anglican Archbishop of South Africa Desmond Tutu and others, support the struggle of LGBT people in the Anglican Churches world wide quite considerably. But there are still many other church representatives who are against equal rights for LGBT in the Anglican Church.
                    After this short overview about the situation of LGBT issues in four big Christian Churches in Europe one can only underline that many positive and hopeful developments in European Churches have happened. More churches are open to ordain lesbian and gay ministers, employ LGBT people, and approve of same sex partnership blessings in church services. But not all these positive developments happened at official church leadership levels, though. Grassroots organisations, single parishes and some priests came much further than for instance the official conservative positions in the Catholic and Orthodox Churches. However, most of the positive developments in the churches happened in reaction to earlier decisions in the different national socio political spheres like same sex partnership registration or same sex marriage laws in many West European countries, or like the process of the national adoptions of the EU anti-discrimination law from 1997 and its directive against discrimination at the work place in 2000. But especially after the French and Dutch rejection of the European Constitution the future of the anti-discrimination law and the further adoption by member states is quite open.
                    The situation in the Churches of Europe is far away from satisfying when it comes to attitudes, same sex blessings, ordination and employment of lesbians and gays in church. It is still a long way to go until Christians in all the European Churches can live openly gay in their very churches.
                    But to be able to go on we must not forget the things that we have already accomplished. The 95 lesbians from all over Europe in our book tell about those little and bigger successes in their churches and their personal experiences of hope and trust in spite of all doubts, questions and times of crises. They tell about strength, creativity and joy in Christian celebrations, services and other supportive activities where people helped and supported one another regardless of their sexual orientations. They tell about grassroots organisations and LGBT Christian groups, like the member groups of the European Forum that helped them in trouble and despair and that have actually achieved changes in the attitudes of church officials. Those stories that you can read in our book and that we can all tell each other are encouraging to go on with our struggle.
                    Step by step, with God’s support we want to make the churches a home for all people who are searching for God, and for a Christian community which accepts people the way they are.
                    Copyright Randi O. Solberg
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                    publicado por Riacho, em 06.09.07 às 20:46link do post | favorito

                    No momento em que todos nos preparamos para o próximo encontro mensal e em que o Senhor exige de nós todos um renovado compromisso e espírito de serviço para com o «Riacho», reflicto aqui convosco sobre a mensagem do Bispo católico americano John S. Spong (que já aqui passou despercebida noutro local), dirigida aos nossos irmãos homossexuais católicos da DIGNITY USA:

                     

                    «Em nome de Deus, desafio-vos a fazerem três coisas: 

                    1. Sejam tão fiéis quanto possível à vossa Igreja:
                      • Sejam uma presença participativa e constante. Nunca ameacem ir-se embora; ameacem apenas ficar.
                      • Sejam visíveis, nunca escondidos.
                      • Sejam ousados, nunca hesitantes.
                    2. Sejam críticos, desafiadores:
                      • Uma Igreja nunca pode parar de mudar e de crescer, a menos que morra.
                      • Tudo o que vive, fá-lo num fluxo.
                      • Somente as coisas mortas ou inertes são imutáveis.
                    3. Tenham esperança:
                      • Um Papa João XXIII pode ressurgir no Vaticano. Já aconteceu antes; voltará a acontecer.
                      • Algumas vezes há trevas antes da aurora.
                      • Algumas vezes uma nação ou uma igreja elege para a conduzir aquele que representa os seus medos, não o seu futuro.

                     

                    Vós sois uma luz na escuridão do mundo e quando a Igreja vive na escuridão do mundo, vós sois uma luz na escuridão da Igreja - um pouco de sal na sopa da Igreja.
                    Que Deus Pai, Filho e Espírito Santo, Vos abençoe, Vos dê a energia para realizardes o trabalho que vos foi pedido».

                     

                    Sem dúvida uma mensagem que nos interpela a todos, apela à nossa responsabilidade de católicos homossexuais e nos serve de alento para que, com espírito de serviço e sacrifício, possamos trilhar os novos caminhos que o Senhor nos pede agora, ao serviço do «Riacho» continuamente descobrindo nele: O caminho, A verdade e A vida!

                     

                    Abraços,

                    Zé (Évora)


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                    publicado por Riacho, em 03.09.07 às 14:11link do post | favorito

                    Quim,

                     

                    Seria útil que tivéssemos a confirmação de que o próximo encontro é a 15 de Setembro. Hora e local? Os mesmos? (Dada a profusão de temas a tratar espero que não seja contra-relógio :) ...). 

                     

                    Talvez fosse também útil copiar para PDF os documentos de reflexão sobre as associações cristãs já apresentadas: D&J, DignityUSA e QUEST, bem como todas as propostas de logótipo e enviá-las por e-mail aos «riachenses» para que estes tenham tempo de as analisar com profundidade e, deste modo, darem um contributo mais substancial no referido encontro, acrescido da sua reflexão pessoal sobre outros assuntos correlacionados e que possam contribuir para a dinâmica que se pretende imprimir ao «Riacho».

                     

                    Será boa ideia?

                     

                    Abraços,

                    Zé (Évora)


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                    publicado por Riacho, em 01.09.07 às 22:45link do post | favorito
                    ESTUDO DE CASO:
                    Dignity USA

                     

                    DIVISÃO ORGÂNICA NACIONAL:

                    • Estrutura Nacional: Sede Nacional.
                    • Estrutura Local: Capítulo (seguindo, tal como muitas associações católicas/ cristãs, a divisão bíblica: capítulos, versículos).
                    • Tipo de reuniões: Encontros regionais e um encontro bienal nacional.

                     

                     

                    VISÃO E OBJECTIVOS:

                    • Trabalhar pelo respeito e justiça para todos os gays, lésbicas, bisexuais e transgéneros, na Igreja Católica e no mundo, através da educação, aconselhamento e apoio.
                    • Vivenciar a vida sacramental da Igreja, expressando a nossa sexualidade de um modo acertivo e cheio de amor, que esteja em harmonia com os ensinamentos de Cristo, pois Deus criou-nos, Cristo morreu por nós e o Espírito Santo santificou-nos pelo Baptismo.
                    • Defender a mudança nos ensinamentos da Igreja Católica referentes à homossexualidade.
                    • Fornecer materiais educativos, oradores e outros recursos a paróquias católicas, sacerdotes homossexuais e outros grupos interessados.
                    • Manter um diálogo constante com os Bispos católicos e outros dignitários da Igreja.
                    • Representar os gays, lésbicas, bisexuais e transgéneros católicos nos media.
                    • Apresentar um testemunho positivo, numa perspectiva católica, na legislação de direitos civis.
                    • Organizar-se de forma a unir os gays, lésbicas, bisexuais e transgéneros católicos, bem como as nossas famílias, amigos e entes queridos de modo a desenvolver capacidades de liderança e ser um instrumento através do qual possamos ser ouvidos e promover a reforma na Igreja.
                    • Aceitar as nossas responsabilidades com a Igreja, a sociedade e com cada um dos gays, lésbicas, bisexuais e transgéneros.

                     

                     

                    CINCO PRINCIPAIS ÁREAS DE PREOCUPAÇÃO E COMPROMISSO:

                    • DESENVOLVIMENTO ESPIRITUAL: Lutamos para alcançar a maturidade Cristã através dos Sacramentos, das Escrituras, oração, um amor activo ao próximo como a nós próprios e celebrações litúrgicas, particularmente a Missa.
                    • EDUCAÇÃO: Informamo-nos em todos os assuntos da Fé e de interesse para as nossas comunidades, para que assim possamos crescer em maturidade e levar vidas preenchidas e realizadas, onde a nossa sexualidade e espiritualidade se encontrem integradas.
                    • JUSTIÇA SOCIAL: Enquanto católicos e membros da sociedade, envolvemo-nos nas acções que levam o amor de Cristo aos outros e fornecem a base da reforma social na Igreja e na sociedade.
                    • TEMAS DE IGUALDADE: Dedicamo-nos no desenvolvimento do potencial de todas as pessoas de modo a que se tornem mais completamente humanas. Para atingir este desiderato, trabalhamos para a irradicação de todos os constrangimentos à nossa personalidade, baseadas nos papéis esteotipados de homem e mulher e para promovermos a inclusividade em todas as áreas de vida litúrgica e comunitária.
                    • EVENTOS SOCIAIS: Promovemos actividades de natureza social e recreativa numa atmosfera onde a camaradagem se possa desenvolver e amadurecer e onde o nosso sentido de auto-aceitação e dignidade é afirmado.

                     

                     

                    PRINCIPAIS PROJECTOS:

                    • Assuntos femininos.
                    • Ministério para casais.
                    • Oração e Liturgia.
                    • Domingo Solidário.

                     

                     

                    PUBLICAÇÕES:

                    • Sopro do Espírito - Recursos Espirituais e Liturgicos.
                    • O Encontro - Boletim mensal.

                     

                     

                    LITURGIA:

                    • Plano Estratégico de Oração e Comité Litúrgico.
                    • Ministério para Casais.
                    • Leccionários.
                    • Recursos musicais.

                     

                     

                     

                     

                    ESTUDO DE CASO:
                    Quest

                     

                    DIVISÃO ORGÂNICA NACIONAL:

                    • Estrutura Nacional: Comité.
                    • Estrutura Local: Grupos locais, dirigidos por um/a «convenor».
                    • Tipo de reuniões: Encontros locais e regionais e uma conferência anual nacional.

                     

                     

                    VISÃO E OBJECTIVOS:

                    • Proclamar o Evangelho de N. Senhor Jesus Cristo de modo a manter e aumentar a fé Cristã entre homossexuais masculinos e femininos.
                    • Aceitação de todos, independentemente da sua orientação sexual ou filiação religiosa, desde que aceitem os objectivos da «Quest».
                    • «Quest» foi fundada e é dirigida por leigos Católicos. Contudo, clérigos e religiosos são bem-vindos. com a sua filiação e apoio.
                    • Contribuir para um ministério pastoral, evangelizador e interventivo dos seus membros, dentro da Igreja e na sociedade.
                    • Juntar leigos (homens e mulheres) que procuram caminhos de reconciliação entre a prática da sua fé católica com a total expressão da sua natureza homossexual, em relacionamentos de amor cristão e fornecer-lhes as oportunidades de encontro para oração, discussão e estudo.
                    • Estabelecer e prolongar o diálogo entre os homossexuais católicos e membros do clero através do qual as visões e experiências de cada um possam ser permutadas e, desta forma, alcançarem uma melhor compreensão mútua tanto dos ensinamentos morais da Igreja como das características dos seus membros homossexuais.
                    • Procurar oportunidades mais amplas, na imprensa católica e noutros locais, de modo a promover uma discussão mais vasta e pública dos aspectos espirituais, morais, psicológicos e fisiológicos envolvidos.
                    • Fornecer um ponto de contacto para qualquer homossexual católico com necessidade de conforto e apoio, de modo a que este possa ganhar e contribuir para o objectivo da organização.

                     

                     

                    PRINCIPAIS PROJECTOS:

                    • «Quest» Mulher.
                    • Oportunidades Iguais.
                    • «Quest» Fórum.

                     

                     

                    PUBLICAÇÕES:

                    • «The Bulletin» - é produzido quatro vezes por ano e fornece informações sobre a «Quest» e outro material importante para os associados.
                    • «The Digest» - é publicado anualmente, ou com menor frequência. É uma colectânea de materiais produzidos pela «Quest», ou efectuados a seu pedido e que são de leitura interessante para um público mais vasto.

                     

                     

                      

                    Um abraço a todos,
                    Zé (Évora)


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                    publicado por Riacho, em 01.09.07 às 10:56link do post | favorito
                    David & Jónatas ( D & J ) é uma associação cristã francesa fundada em 1972 de apoio a lésbicas e homossexuais. Esta associação está legalmente constituída e tem por estrutura uma assembleia geral, um Conselho de Administração (Direcção) que coordena o trabalho dos grupos locais (de partilha, espiritualidade e convivência), dos grupos nacionais (de mulheres, padres e religiosos, vida consagrada feminina e grupo nacional protestante) e das comissões nacionais (internacional, estudo e pesquisa, comunicação, jovens,...).
                     
                    Na David & Jónatas cristãos, homens e mulheres, leigos e padres, encontram-se para reflectir sobre a sua situação particular: ser cristão e homossexual é compatível?
                     
                    Actualmente a associação é para os seus membros um lugar charneira entre a sociedade, a Igreja, as Igrejas e os meios homossexuais e lésbicos. Implicada nas situações familiares, profissionais, associativas, religiosas diversas, os seus membros encontram nela um espaço de diálogo, de encontro e de oração.
                     
                    Na partilha e no confronte entre todos David & Jónatas oferece:
                    - Uma via permitindo a cada um assumir as suas particularidades.
                    - Um meio de descobrir na Palavra uma dinâmica de conversão e de libertação.
                    - Um lugar para encontrar Cristo, «Caminho, Verdade e Vida».
                     
                    A associação tem cerca de 1500 sócios em França.
                     
                    David & Jónatas convida e ajuda cada um e cada uma a:
                    - reconhecer a sua homossexualidade;
                    - a reconciliar-se consigo próprio e a aceitar-se;
                    - viver conscientemente esta dimensão afectiva;
                    - dar uma coerência à sua vida integrando a sua identidade homossexual;
                    - encontrar elementos que permitam uma reflexão, cristã, ou proveniente de outras tradições espirituais, sobre o sentido da vida.
                     
                    David & Jónatas propõe:
                    - afirmar a sua fé em Deus na pessoa humana ou em outra forma de espiritualidade
                    - confrontá-la com as convicções dos outros
                    - fazer a ponte entre a fé cristã ou a espiritualidade e a identidade homossexual
                    - viver e celebrar a sua fé no seio das comunidades de crentes.
                     
                    Viver com e no seu corpo.
                     
                    Para esta caminhada pessoal, David & Jónatas permite igualmente a cada homossexual e a cada lésbica de encarar positivamente o seu corpo e a sua sexualidade.
                    O prazer, a sedução e a sexualidade são reconhecidos como elementos constituintes da personalidade.
                     
                    Estas 3 dimensões da caminhada pessoal, enriquecidas pelas palavras dos outros, participam no desabrochar de cada um. A convicção de D & J é que a pessoa que se constrói em coerência sobre estes três eixos pode testemunhar e agir enquanto homossexual e cristão.
                     
                    Presente no coração da sociedade e das Igrejas, D & J, quer participar no reconhecimento social da pessoa homossexual. É por isso que D & J age desenvolvendo uma visibilidade homossexual e espiritual com outras associações lésbicas e homossexuais, ousa uma presença nos debates políticos, estabelece um diálogo com as comunidades cristãs e associa-se à luta contra todas as formas de exclusão relativas à homossexualidade em todo o mundo.
                     
                    Bom dia
                     
                    Na reunião do Riacho de Évora alguns de nós ficaram de preparar um estudo sobre alguns grupos cristãos homossexuais. A mim calhou-me o David & Jónatas e um outro que nunca cheguei a descobrir.
                     
                    Tenho pena de não ver maior compromisso e empenho nos membros do Riacho. Vejo ideias mas pouca gente que lhe dê corpo. As ideias e a espiritualidade sem corpo não são nada. Não somos espíritos a pairar. Todos achamos que somos o centro do mundo. Que só nós andamos atarefados, que só nós temos compromissos profissionais e pessoais e consolamo-nos por ter boas ideias para o Riacho ou finalmente achamos que na prática o Riacho não nos serve para nada.
                     
                    O que sinto neste momento de rentrée é a necessidade de celebrar a morte e ressurreição de Cristo. Entregar-lhe tudo o que em nós tem de morrer, para que fique e se veja o que é essencial.
                     
                    A morte, quer o queiramos quer não é sempre o começo de uma nova vida. Para quem parte e para quem fica.
                     
                    Boa Páscoa!
                     
                    Carlos

                    mais sobre nós
                    Setembro 2007
                    Dom
                    Seg
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                    Qui
                    Sex
                    Sab

                    1

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