ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 19.08.12 às 10:59link do post | favorito

Ter, 14/08/12

Crush é um grupo norte-americano de pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transgéneras que se propõe a ajudar a comunidade LGBT a deixar de fumar vivendo assim mais tempo e de forma mais saudável.


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publicado por Riacho, em 15.02.12 às 19:09link do post | favorito

Uma notícia para reflectir....

 

Dois padres católicos contrataram uma gangue de criminosos para que fossem mortos por ela, quando descobriram que pelo menos um dos dois tinha o vírus HIV, informou nesta terça-feira (14) a promotoria de Bogotá. Os sacerdotes Rafael Reátiga, de 36 anos, e Richard Píffano, de 37 anos, pagaram 15 milhões de pesos (cerca de US$ 8.430) para que fossem mortos a tiros em janeiro de 2011, disse em entrevista à Associated Press a diretora do Corpo Técnico de Investigação (CTI) da promotoria, Maritza González.  

González precisou que após exames nos cadáveres foi comprovado que Reátiga era portador do HIV. O monsenhor Juan Vicente Córdoba, secretário da Conferência Episcopal da Colômbia, disse estar "aterrorizado" com o caso e afirmou que ele abala a Igreja Católica na Colômbia, não apenas porque envolveu seus membros, mas também por causa da decisão que eles tomaram.  

Maritza González disse que a decisão da dupla foi tomada, aparentemente, após a descoberta de que Reátiga tinha o HIV. Segundo ela, os dois padres buscaram os quatro delinquentes - dois dos quais estão detidos - e disseram que precisavam de "um trabalho, se eles podiam assassinar umas pessoas". A gangue aceitou e na hora de acertar os detalhes os sacerdotes revelaram que eles é que deveriam ser assassinados.  

Também ficou claro, disse González, que três semanas antes de autorizar a própria morte, Reátiga passou seus bens para sua mãe. Já o padre Píffano sacou todo o dinheiro da sua conta bancária, 6,5 milhões de pesos (US$ 3,6 mil) no dia da própria morte.  

Os corpos dos dois sacerdotes foram encontrados crivados de balas em um automóvel na manhã de 27 de janeiro de 2011 no bairro de El Triunfo, no sul de Bogotá, onde tinham suas paróquias. Ambos foram baleados na noite anterior. A promotoria não precisou o calibre das armas e nem os projéteis usados. A polícia colombiana procura os dois outros acusados que teriam matado os padres. Para a Justiça, disse González, se trata de dois casos de homicídio e não de suicídio assistido.  

Os dois acusados, Gildardo Peñate e Isidro Castiblanco, compareceram nesta terça-feira a um tribunal de Bogotá onde foram formalmente citados. Os dois podem ser condenados a até 40 anos de prisão.  

A promotora do caso, Ana Patricia Larrota, disse que o padre Reátiga era frequentador de bares e discotecas da comunidade gay e de transexuais no centro de Bogotá. Segundo ela, os exames feitos no corpo do padre mostraram que ele tinha sífilis.  

As famílias dos dois padres disseram não acreditar nas investigações da promotoria, enquanto o monsenhor Córdoba se disse aterrorizado com os fatos. "Ninguém imagina que duas pessoas jovens, sacerdotes ou não, paguem assassinos para serem mortos".

 

Fonte: http://ultimasnoticias.inf.br/?pg=8&id_busca=19164&tag=Padres+contrataram+assassinos+para+serem+mortos+na+Col%F4mbia


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publicado por Riacho, em 01.12.11 às 12:45link do post | favorito
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publicado por Riacho, em 01.12.10 às 11:17link do post | favorito

Vida ou Sida?

 

 


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publicado por Riacho, em 21.11.10 às 00:51link do post | favorito

Pela primeira vez, um Papa, Bento XVI, admite que o uso de preservativos é aceitável, "em certos casos", "para reduzir o risco de contaminação" da sida. A revelação faz parte de um livro de entrevistas que será publicado na próxima terça-feira, na Alemanha.

 

 
foto AFP/Alberto Pizzoli
Bento XVI disse que preservativo é aceitável "em certos casos"
"A divulgação do preservativo conduz a uma banalização do sexo e é esse o perigo", diz Bento XVI
 

Segundo a France Presse, à pergunta "a Igreja Católica não é, fundamentalmente, contra o uso de preservativos?", Bento XVI respondeu: "Em alguns casos, quando a intenção é reduzir o risco de contaminação, ele ainda pode ser um primeiro passo para preparar o caminho para uma sexualidade mais humana, vivida de forma diferente".

O livro intitulado "Light of the World: The Pope, the Church and the Signs of the Times" (Luz do Mundo: O Papa, a Igreja e os Sinais do Tempo), é baseado em 20 horas de entrevistas conduzidas pelo jornalista alemão Peter Seewald, segundo a mesma agência de informação e aborda temas como a pedofilia, o celibato sacerdotal, a ordenação de mulheres e a relação com o Islão.

Na obra, para explicar o seu ponto de vista, Bento XVI citou um exemplo de um "homem prostituído". "Pode haver casos isolados, como quando um prostituto usa um preservativo, pois isso pode ser um primeiro passo na direcção de uma moralização, o início de uma   responsabilidade que permitirá renovar a consciência de que nem tudo é permitido e de que  não podemos fazer tudo o que queremos ", disse Bento XVI.

"Mas esse não é o caminho para se vencer o mal da infecção da sida. Isso só deve realmente acontecer na humanização da sexualidade", acrescenta.

"A divulgação do preservativo conduz a uma banalização do sexo e é esse o perigo, porque muitas pessoas vêem o sexo, não como uma expressão do seu amor, mas como um tipo de droga que consomem", afirmou ainda Bento XVI.

Até agora, o Vaticano, opôs-se a qualquer forma de contracepção que não seja a da abstinência e desaprovou o uso do preservativo, mesmo para evitar a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis.

Recorde-se que, em Março de 2009, o Papa Bento XVI levantou uma enorme polémica, quando, no avião que o levou dos Camarões para Angola, afirmou que o uso "exagerado" do preservativo agravaria o problema da pandemia da da sida.

 

Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1716083


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publicado por Riacho, em 28.10.10 às 19:21link do post | favorito

A Igreja Católica da cidade de Lucerna, no centro da Suíça, distribuiu, desde a última segunda-feira até ontem, preservativos grátis aos cidadãos, uma iniciativa que faz parte de uma campanha de prevenção contra a Aids.

A reportagem é da agência Efe, 25-10-2010. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Embora sob o risco de contrariar os preceitos do Vaticano, a diocese de Lucerna já distribuiu cerca de 3 mil preservativos em seu posto de distribuição na estação de trem de Lucerna, uma ação que provocou tantas críticas entre grupos católicos como elogios por parte da sociedade civil.

Sob o lema "Esquecer é contagioso. Proteja o próximo como a ti mesmo", a Igreja Católica de Lucerna quer atrair a atenção sobre os riscos das relações sexuais desprotegidas.

"O preservativo não é um remédio milagroso na prevenção contra a Aids, mas é uma possibilidade dentre outras", indicou Florian Flohr, responsável pela comunicação do clero de Lucerna.

"Aquele que não menciona o preservativo – continuou – quando se aborda a questão da Aids age contra a ética".

Além da distribuição dos profiláticos, a campanha inclui um ônibus de informação itinerante e visitas às paróquias de Lucerna, às quais dezenas de estudantes do Ensino Médio da localidade se inscreveram.

Enquanto o bispado de Bale (ao qual Lucerna pertence) já anunciou que quer se informou sobre os "desejos" da campanha, seus promotores defendem que também querem demonstrar que a Igreja Católica "não está velha".

"Nossa ação não é uma provocação", explicou o responsável de uma das paróquias, Alois Metz, a um programa de televisão alemã, e afirmou: "Nós devemos proteger a vida e fazemos isso por meio dos preservativos".

Embora o bispado de Bale ainda não tenha condenado abertamente a iniciativa, outros, como o de Coire e a organização antiabortista Human Life a qualificaram com veemência de "irresponsável".

Por sua parte, a associação Ajuda Suíça contra a Aids se congratulou pela controversa campanha.

 

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=37772


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publicado por Riacho, em 01.12.09 às 22:30link do post | favorito

Olá

 

A propósito do dia que hoje se celebra apresentamos um conjunto de videos da Abraço sobre a prevenção desta doença. A mais provocadoramente interessante é a do padre. Ora espreita...

 

 


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publicado por Riacho, em 04.04.09 às 16:39link do post | favorito

Olá

 

A notícia que agora publicamos parece indiciar, depois desta crispação à volta dos ataques aos direitos dos homossexuais, o retomar do diálogo que a Igreja sempre soube manter com os homossexuais apesar da oposição do Vaticano. Mas também para nós sempre foi claro que o Vaticano não é a Igreja mas apenas uma parte dela. A Igreja somos todos nós alimentados pelo Espírito numa caminhada de construção e de vivência do mandamento que resume todos os outros: amar Deus e amar o próximo com a nós mesmos. Registamos com agrado a notícia que se segue.

 

Abraço

 

Carlos

4/4/2009
 
Arcebispo francês acena para um diálogo com homossexuais
 

Após uma manifestação em frente à Basílica de Fourvière, no domingo, 29 de março, o cardeal Philippe Barbarin teve um encontro com membros das associações homossexuais e de luta contra a Aids.

A reportagem é de Anne-Bénédicte Hoffner e publicada no jornal francês La Croix, 30-03-2009. A tradução é do Cepat.

Um início de diálogo? No domingo de manhã, depois da missa que presidiu na Basílica de Fourvière, o cardeal Barbarin, arcebispo de Lyon, recebeu no arcebispado alguns representantes desse movimento para uma conversa – longe das câmeras – sobre as posições da Igreja católica sobre a sexualidade.

“Se o diálogo (...) não dirimiu todos os desacordos, algumas incompreensões foram progressivamente contornadas ao longo da reunião”, afirma a diocese em sua página na internet num texto “lido e aprovado pelos protagonistas do encontro”.

Portanto, o intercâmbio não se anunciava sob os melhores auspícios. Cerca de 60 membros de associações homossexuais e de militantes de luta contra a Aids – estavam presentes, entre outras, a Lesbian & Gay Pride, o Forum Gai et Lesbien ou ainda a Aides Rhône – se encontraram na praça da Basílica para “denunciar a irresponsabilidade do Papa Bento XVI em relação à Aids”.

Acordo sobre “a necessidade de educação sexual”

Eles fizeram alusão às declarações do Papa sobre os preservativos feitas no avião que o levava à África. As palavras de ordem “Bento assassino”, “Barbarin cúmplice” acolhiam os féis que vinham participar da missa dominical. Na frente, um pequeno grupo de católicos ostentava um cartaz com os seguintes dizeres: “Tirem as mãos do meu Papa”.

Uma delegação dos manifestantes aceitou o convite do cardeal para depois da missa e o intercâmbio parece ter acontecido num espírito construtivo. Após ter “escutado suas posições”, “o cardeal pôde explicar a posição da Igreja que apresenta o amor humano à luz da Aliança entre Deus e os homens”, afirma o sítio da diocese.

E acrescentou: “Se não estamos de acordo sobre o caminho proposto por Deus, que não o matemos e que não o matemos nos outros”. Todos concordaram sobre “a necessidade de educação sexual”. Após a conversa, os manifestantes convidaram o arcebispo de Lyon para uma formação oferecida pela Associação Estudantil contra a Aids. E um encontro-debate deve ser realizado na rádio RCF-Fouvière.

in:  http://www.unisinos.br/_ihu/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=21132


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publicado por Riacho, em 31.03.09 às 00:18link do post | favorito

Bispo quer ajudar a «actualizar» a igreja

D.Ilídio Leandro não acredita que Vaticano «o multe» pelas polémicas declarações sobre o preservativo

 
 
Bispo
 
 
O bispo de Viseu, D.Ilídio Leandro, prometeu empenhar-se para que a Igreja esteja actualizada em relação à sociedade do século XXI e escusou-se a comentar a polémica que gerou a sua posição sobre o preservativo.

 

Numa nota colocada no site da diocese a propósito das declarações do Papa Bento XVI em África, D.Ilídio Leandro escreveu que «quando a pessoa infectada não prescinde das relações e induz o(a) parceiro(a) (conhecedor ou não da doença) à relação, há obrigação moral de se prevenir e de não provocar a doença na outra pessoa», considerando que neste caso, «o preservativo não somente é aconselhável como poderá ser eticamente obrigatório».

Esta segunda-feira, à entrada para um debate promovido pela Assembleia Municipal de Viseu sobre a violência doméstica, D.Ilídio Leandro escusou-se a comentar a polémica e desvalorizou o facto de a sua posição já ter chegado ao Vaticano.

Citado pelo Diário de Notícias, o director da sala de imprensa do Vaticano, padre Federico Lombardi, afirmou, sobre o texto do bispo de Viseu: «O assunto é muito delicado, pelo que os comentários terão de ser feitos pelas autoridades competentes, de um modo mais correcto, e na sede apropriada».

Bispo não acredita que Vaticano o «multe»

«O Vaticano está muito interessado é em mim, porque naturalmente somos uma família, como vocês todos. Agora que o Vaticano esteja interessado em me pôr uma multa¿», afirmou.

«O que eu escrevi está legível, está disponível e, portanto, não tenho outra coisa a acrescentar àquilo que escrevi», acrescentou.

Durante o debate sobre violência doméstica, e ao falar da necessidade do acesso das mulheres aos meios anticoncepcionais e ao planeamento familiar, Carlos Alberto Vieira, da associação Olho Vivo, saudou o bispo de Viseu pelo «passo em frente que deu».

Lembrou que já o falecido bispo de Viseu D.António Monteiro tinha defendido «o uso do preservativo como mal menor entre dois males em caso de risco de sida» e destacou também a coragem do «bispo Torgal Ferreira quando disse que proibir o preservativo é condenar muita gente à morte» e a posição do coordenador nacional da Pastoral da Saúde, Vítor Feytor Pinto, sobre o acesso à educação sexual.

Neste âmbito, e considerando que «o ponto de partida está na Idade Média», Carlos Vieira questionou «se não serão ainda precisos muitos passos em frente para acompanhar a realidade».

Em resposta, Ilídio Leandro disse respeitar muito a Idade Média «para as pessoas que viveram a Idade Média». Lembrou que aquela era «cumpriu uma missão espectacular», ainda que «com excepções», como foi o caso da Inquisição.

Por outro lado, afirmou respeitar «o século XXI para as pessoas que vivem hoje no século XXI». «Também no século XXI eu gostaria, e da minha parte farei tudo, para que a Igreja esteja também actualizada em ordem à relação com a pessoa humana e com a sociedade humana também à medida do século XXI», assegurou.

«É uma coisa que eu acredito que é possível e vamos todos ¿ eu, leigos, padres da minha diocese ¿ tentar», acrescentou.
 

in: http://diario.iol.pt/sociedade/bispo-vaticano-preservativo-sida-tvi24-ultimas-noticias/1053458-4071.html


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publicado por Riacho, em 30.03.09 às 21:37link do post | favorito

Olá

 

O bispo de Viseu fez um comentário muito realista sobre a utilização do preservativo e por isso já tem o Vaticano à perna. O Vaticano só vai aprender a escutar de novo o povo quando já não tiver povo. O Vaticano precisa de aprender que as leis da Igreja nem sempre foram nem muitas vezes são a Lei de Deus, porque a Lei de Deus é só uma: amar. Como escrevia S. Paulo: Ainda que tenha uma fé capaz de transportar montanhas, se não tiver amor, nada sou (I Cor, 13).

 

Segue a notícia.

 

Abraço

 

Carlos

 

 

 

D. Ilídio Leandro aconselhou o preservativo para não transmitir SIDA
Santa Sé prepara resposta oficial às declarações do bispo de Viseu
2009-03-30 16:24:47

Roma – Segundo notícia editada no Diário de Notícias (DN), o porta-voz da Santa Sé afirmou que o Vaticano está a preparar uma reacção oficial sobre as declarações do bispo de Viseu D. Ilídio Leandro, que defendeu o uso do preservativo como «obrigação moral de se prevenir e não provocar a doença na outra pessoa».
Frederico Lombardi, padre responsável pela sala de imprensa da Santa Sé, adiantou hoje ao DN que as declarações do Bispo de Viseu ao afirmar que «aqui, (no caso de uma pessoa doente) o preservativo não somente é aconselhável como poderá ser eticamente obrigatório», é um assunto delicado e que o comentário compete às autoridades competentes.

Recorde-se que D. Ilidio Leandro afirmou este fim-de-semana que as pessoas infectadas que não prescindam de ter relações sexuais deverão usar protecção, porque é preciso distinguir a «orientação da Igreja sobre determinados comportamentos a nível teórico» das situações concretas, que necessitam de «acompanhamento pessoal».

Já a semana passada o bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira, defendeu que «proibir o preservativo é consentir na morte de muitas pessoas» e que quem aconselha o Papa devia ser mais culto.

Esta polémica surgiu no seguimento das declarações do papa na visita a África, em que Bento XVI afirmou que «a tragédia [da sida] não pode ser vencida apenas com dinheiro, nem pode ser vencida com a distribuição de preservativos que podem até aumentar o problema».
(c) PNN Portuguese News Network

in: http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=17878


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