ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 02.08.13 às 20:19link do post | favorito

"O Papa Francisco realizou um ato de grande coragem colocando-se humanamente em discussão e dizendo aos jornalistas de meio mundo: 'Se uma pessoa é gay e busca o Senhor, quem sou eu para julgar?'. Mas a sua audácia não está tanto em ter usado 'aquela' palavra, mas sim em ressaltar a acolhida que se deve a qualquer caminho espiritual. Bergoglio colocou novamente no centro a pessoa no seu conjunto, portanto a relação com a sua totalidade humana, deixando de lado o 'particular' da homossexualidade".

A reportagem é de Paolo Conti, publicada no jornal Corriere della Sera, 31-07-2013. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Emanuele Macca tem 37 anos, nasceu em Pavia, trabalha desde sempre no mundo da assistência social, primeiro na Cáritas local e agora no apoio aos toxicodependentes. Ele se define assim: "Um católico praticante, um crente que, no caminho da sua vida, descobriu a própria homossexualidade com um grande conflito tanto interior, quanto nas relações com a comunidade católica".

Mas só no início: "Eu recuperei o entusiasmo da fé quando encontrei ambientes que me restituíram a alegria da dinâmica de comunidade". Em suma, justamente o que o Papa Francisco parece querer comunicar...

"Eu quero dizer exatamente isso. Não nos detenhamos na palavra 'gay', que, no fundo, é um hábito expressivo, provavelmente ligado demais à politização do movimento gay, que parece ter instalado todo o debate no casamento sim/casamento não. Vamos além. Porque me parece realmente essencial, nas rápidas frases do papa, a acolhida da pessoa".

Mas a expressão usada também não é importante? "Certamente, sim. O Papa Francisco usa um estilo comunicativo simples e eficaz. Precisamos ser gratos também por isso. Porque a forma é, sem dúvida, substância. Mas repito: o autêntico peso da frase do pontífice está em outro lugar. Está na acolhida".

Macca tem sobre seus ombros um longo caminho nas diversas comunidades de católicos homossexuais. A última etapa foi no "Grupo del Guado", de Milão. Mas depois decidiu caminhar sozinho. Frequentando, por exemplo, a diocese de Cremona, famosa pela sua "Pastoral para as pessoas homossexuais". Questão muito importante para ele: "A frase de Bergoglio está perfeitamente alinhada com toda a sua abordagem pastoral. Mas ele tem o mérito de dar plena legitimidade ao que já havia se manifestado há muito tempo em diversas realidades da Igreja. Penso justamente na Pastoral de Cremona ou nos gestos do cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena. Depois, há os grupos espalhados por todo o território. Os de Parma e de Catania, apenas para indicar dois exemplos que me são muito caros".

Ele pensa que a frase do Papa Francisco representa um ponto de não retorno? "Eu não tenho ilusões demais. Sempre haverá dificuldades. Justamente porque a realidade da Igreja, para o bem ou para o mal, nunca é linear e homogênea. Os próprios bispos têm abordagens humanas muito diferentes".

Pode-se dizer que a base da Igreja Católica é melhor do que a sua cúpula? "Não, eu recuso tal esquematismo. Em todo diálogo, a responsabilidade do resultado final deve ser compartilhada entre quem se aproxima e quem ouve".

E qual será, então, o resultado positivo? "O papa recordou que uma acolhida até hoje muito 'protegida' pode e deve se tornar acolhida comunitária, para além da rigidez das leis ou da própria doutrina".

Resta o ponto de fundo, a questão da homossexualidade vista como "desordem ética". E aqui Emanuele Maccatambém tem uma resposta sua: "Em nível de pesquisa teológica e debate, ela é bastante evidente, mas o ponto é delicado para ser esgotado. Eu sei que não sairemos disso se continuarmos com o esquema 'ordem boa contra desordem'. Em suma, é preciso descobrir onde se quiser chegar realmente...".


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publicado por Riacho, em 29.07.13 às 14:34link do post | favorito

"Quem sou eu para julgar os gays?", reflecte o Papa, na sua primeira conferência de imprensa na viagem de regresso ao Vaticano.

O Papa falou aos jornalistas a bordo do avião AFP/ANDREAS SOLARO


Na sua primeira conferência de imprensa, a bordo do avião que o transportava de regresso ao Vaticano depois de uma semana no Brasil, o Papa Francisco lamentou a discriminação contra os homossexuais e disse que os gays “não devem ser julgados nem marginalizados” mas antes “integrados na sociedade”.

“Se uma pessoa que procura Deus de boa vontade, e é gay, quem sou eu para a julgar?”, replicou o Papa, na resposta a uma questão sobre a existência do alegado lobby gay no Vaticano. “Escreve-se muito sobre esse lobby, mas ainda não vi ninguém no Vaticano com um cartão a dizer que é gay”, brincou Francisco.

Mas em palavras mais sérias, e que marcam uma clara diferença da posição mais conservadora do seu antecessor, Bento XVI, o Papa Bergoglio disse que “há uma distinção entre o facto de uma pessoa ser gay e o facto de fazer lobby. O problema não é ter essa orientação, o problema é fazer lobby em função dessa orientação”.

O Papa lembrou que “o catecismo da Igreja Católica diz muito claramente que os homossexuais não devem ser marginalizados [por causa da sua orientação] mas devem ser integrados na sociedade”. Mas também recordou que a doutrina entende os actos homossexuais como um pecado.

A pergunta tinha a ver com um caso tornado público no âmbito da fuga de documentos secretos do Vaticano – o chamado Vatileaks –,e que envolve o monsenhor Battista Ricca, alegadamente uma das figuras centrais do suposto lobby gay que tinha sido nomeado para dirigir o banco do Vaticano.

“Em relação ao monsenhor Ricca, foi feito o que manda o Direito Canónico: foi aberta uma investigação, que não corresponde com o que se tem publicado. Não encontrámos nada”, informou o Papa.

Não à ordenação das mulheres
De resto, e durante quase uma hora e meia, o Papa respondeu a uma série de perguntas, sem guião e com candura. Por exemplo, sobre o aborto ou o casamento entre pessoas do mesmo sexo, “dois temas sobre os quais ainda não se pronunciou”, notou o jornalista. “A Igreja já se expressou perfeitamente sobre isso, não me parece necessário voltar ao caso quando existe uma doutrina clara”, justificou Francisco, acrescentando em jeito de clarificação que “sou filho da Igreja, a minha postura é a mesma”.

Quanto à possibilidade da ordenação de mulheres, o Papa sublinhou que essa “porta foi fechada” por João Paulo II. Mas apesar de recusar a sua ordenação, Francisco reconheceu que as mulheres têm um papel activo: “Uma Igreja sem mulheres é como o colégio dos apóstolos sem Maria”, acrescentando que a mãe de Jesus “é mais importante que os bispos”, cita a AFP.

No que diz respeito às pessoas que se casam depois de um divórcio, Francisco respondeu que essa é uma reflexão a fazer no âmbito da pastoral para o casamento e que os oito cardeais que nomeou para esse conselho devem apresentar propostas. “É sempre um tema e agora chegou o tempo da misericórdia, uma mudança de época”, avisou. Os divorciados podem comungar, o problema são as segundas uniões, acrescentou.

 

Fonte: http://www.publico.pt/mundo/noticia/papa-francisco-contra-a-marginalizacao-dos-homossexuais-1601643


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publicado por Riacho, em 08.11.12 às 19:40link do post | favorito

A eleição foi história para o movimento gay americano. Por meio de iniciativas populares, três Estados - Maryland,Maine Washington - aprovaram o casamento entre homossexuais. Outra conquista veio em um quarto Estado,Minnesota, que rejeitou a proibição do casamento gay.

A informação é publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 08-11-2012.

É a primeira vez que o tema é aprovado pelo voto popular. Até então, o casamento entre pessoas do mesmo sexo havia sido permitido apenas por decisões judiciais ou por meio de aprovação de assembleias estaduais. Analistas deram crédito ao presidente Barack Obama, que antes da eleição expressou publicamente seu apoio ao casamento gay.

 

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/515292-casamento-gay-e-aprovado-em-tres-estados-dos-eua


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publicado por Riacho, em 07.11.12 às 23:35link do post | favorito
Casal homossexual beija-se durante a parada do Gay Pride 2011 na Praça da Bastilha em Paris
Casal homossexual beija-se durante a parada do Gay Pride 2011 na Praça da Bastilha em ParisFotografia © Reuters

O Governo socialista francês aprovou hoje a legislação sobre o casamento homossexual apesar das críticas da oposição conservadora e da Igreja Católica.

Mesmo com as críticas de mais de mil presidentes de câmara franceses e da Igreja Católica, o projeto de lei que autoriza o casamento e a adoção a casais homossexuais foi hoje aprovado pelo Conselho de Ministros, devendo ser analisado no Parlamento a partir de janeiro de 2013.

O casamento homossexual será "um progresso não só para alguns, mas para toda a sociedade", declarou o Presidente francês, François Hollande, no dceorrer do Conselho de Ministros. Uma das promessas da campanha do agoar chefe do Estado socialista antes das eleições incidia em aprovar o "casamento para todos" apesar de o país já permitir uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, segundo a AFP. A ideia é agora dar os mesmos direitos dos casais heterossexuais aos casais homossexuais.

De acordo com os trâmites do Parlamento francês, o texto deve ser examinado e aprovado pela duas câmaras desta assembleia, a partir de janeiro, antes de poder entrar em vigor. Contudo, o projeto tem enfrentado numerosas críticas, uma vez que mais de mil autarcas assinaram uma petição contra esta mudança, segundo informou o site da BBC. Também ocorreram protestos em 75 cidades e a Igreja tambem já condenou o projeto de lei.

O Governo de Hollande pretende assim que a França se junte ao clube de países que já legalizaram o casamento entre pessoas do mesmo sexo, como sejam por exemplo Portugal, Espanha, Holanda, Bélgica ou Suécia.

 

Fonte: http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=2871643&seccao=Europa


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publicado por Riacho, em 07.11.12 às 23:34link do post | favorito

O Tribunal Constitucional espanhol aprovou nesta terça-feira o casamento gay ao rejeitar um recurso apresentado em 2005 pelo agora governamental Partido Popular contra a lei aprovada durante o anterior governo socialista.

O Tribunal decidiu que a Lei do Casamento Homossexual é constitucional, legitimando assim uma legislação que permitiu a realização de cerca de 25 mil uniões entre pessoas do mesmo sexo desde sua aprovação em 2005 pelo governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero.

Segundo informaram fontes do Tribunal, a decisão foi adotada por oito votos a favor e três contra.

No recurso, o PP afirmava que a lei que regula o casamento entre pessoas do mesmo sexo desnaturalizava "a instituição básica do casamento", como foi entendido até agora, já que enfraquecia o artigo 32 da Constituição, que diz que "o homem e a mulher têm direito a contrair matrimônio com plena igualdade jurídica".

Logo após conhecer a decisão do Constitucional, o ministro da Justiça, Alberto Ruiz-Gallardón, assegurou que o governo acata a decisão que ampara a lei e que, por seu caráter vinculativo, não modificará a normativa vigente que regula a união de pessoas do mesmo sexo.

O titular de Justiça explicou que o recurso apresentado pelo PP na época nasceu da "dúvida" sobre se a união entre duas pessoas homossexuais "podia receber a denominação de casamento" e se estava de acordo com a Carta Magna do país.

Por sua parte, os coletivos homossexuais celebraram a decisão do Tribunal Constitucional e consideraram que "finalmente" se reconhece que todos os cidadãos, independentemente de sua orientação sexual, têm os mesmos direitos e os mesmos deveres.

A Federação Estatal de Lésbicas, Gays, Transexuais e Bissexuais (FELGTB) e a Confederação Espanhola de Associações de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (COLEGAS) se mostraram satisfeitas pela rejeição do recurso contra a lei, embora lamentem que tenha demorado "tanto tempo".

"Agora temos que encarar esta decisão sem dramatismos. Enterramos um doloso e oneroso recurso contra nossos direitos mais fundamentais e os de nossas famílias. Com a igualdade ganhamos todos", afirmou Rafael Moral, secretário-geral da COLEGAS.

Frente a estas reações de satisfação, o presidente do Fórum da Família, Benigno Blanco, ressaltou que a decisão do Tribunal Constitucional faz com que a confiança que "muitos espanhóis" têm na Carta Magna "perca pontos".

Em declarações à Efe, Blanco afirmou que o Fórum da Família vai continuar defendendo que esta lei é "injusta" e deve ser derrogada e substituída por outra que "restabeleça o casamento como instituição específica para o homem e a mulher".

Também não descartou a ideia de apresentar uma iniciativa legislativa popular contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, como já fez em 2005.

O presidente do governo, Mariano Rajoy, tinha dito hoje, antes de conhecer a decisão, que o PP só recorreu à lei do casamento homossexual pelo nome "casamento" e não por seus efeitos jurídicos "que não nos importavam". EFE

 

Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6281430-EI294,00-Tribunal+Constitucional+espanhol+aprova+casamento+gay.html


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publicado por Riacho, em 07.07.12 às 19:27link do post | favorito

 Facebook

Após o casamento de Chris Hughes, um dos cofundadores do Facebook, com Sean Eldridge, no último sábado, dia 30, a rede social com mais perfis do mundo ganhou um ícone para indicar quando uma pessoa casa com outra do mesmo sexo na Linha do Tempo.

Marshable Allison Palmet, da Aliança Contra Difamação de Gays e Lésbicas dos Estados Unidos, explica que “os novos ícones do casamento para casais do mesmo sexo são um jeito importante de reconhecimento”.

Mark Zuckerberg está entre os usuários que curtiam o post com a foto de Chris e Sean juntos

 

Fonte: http://hhomo.wordpress.com/2012/07/05/facebook-ganha-icone-para-indicar-quando-gays-estao-casados/


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publicado por Riacho, em 04.07.12 às 23:30link do post | favorito

A notícia é do semanário SOL que como se sabe é gay-friendly!

 

A partir de Setembro de 2013 todos os casais homossexuais franceses poderão casar-se e adoptar crianças. A medida foi anunciada por Dominique Bertinotti, Ministra da família, na véspera do desfile 'Orgulho Gay'.

O primeiro-ministro francês Jean-Marc Ayrault disse no seu discurso político à Assembleia Nacional que «o direito ao casamento e adopção estará aberto a todos os casais, sem discriminação», escreve o diário francês Le Monde.

O chefe do governo francês afirmou ainda que «a sociedade evolui, os estilos de vida e as mentalidades mudam».

Esta medida tinha já sido prometida pelo presidente François Hollande durante a sua campanha eleitoral.

Segundo uma sondagem feita em Janeiro por uma operadora francesa, 63% da população francesa concorda com o casamento entre pessoas do mesmo sexo e 56% concorda com a adopção por parte desses casais.

Ayrault sublinhou ainda que França irá aproveitar todas as ocasiões para fomentar a descriminalização homossexual.

Fonte: Semanário SOL


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publicado por Riacho, em 18.06.12 às 23:41link do post | favorito

É muito interessante ver as cautelas com que a Rádio Renascença divulga a notítica: "A Igreja Luterana é a única confissão religiosa afectada". A Igreja Católica há-de bater o pé por mais 20, mais 50 ou mesmo mais 100 anos mas vai acabar por aceitar o óbvio bíblico: celebrar também o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo nas suas igrejas. Amen!

 

"A Igreja Luterana da Dinamarca vai ser obrigada a celebrar “casamentos” entre pessoas do mesmo sexo. 

O Governo dinamarquês alterou a lei do casamento ontem por esmagadora maioria para permitir aos homossexuais poder “casar” em cerimónias religiosas e não apenas nas cerimónias civis que eram a opção até agora. 

A Igreja Luterana é a única confissão religiosa afectada, uma vez que se trata da religião oficial do Estado."

 

Fonte: http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=29&did=65538


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publicado por Riacho, em 18.06.12 às 23:25link do post | favorito

Parabéns Dinamarca!

 

 

O Parlamento da Dinamarca aprovou hoje (7-6-2012) a legalização do  casamento de homossexuais em templos da Igreja Evangélica Luterana, que é a religião oficial. Dos 111 deputados, 85 votaram a favor.

O governo tem um ministério para a religião, cujo titular é Manu Sareen, um agnóstico. Se o Estado dinamarquês fosse laico, ele não poderia se impor aos religiosos nessa questão.

A Igreja já tinha de aceitar a união gay, mas não estava obrigada a realizar um serviço religioso completo para sacramentá-la e o que havia era apenas uma benção. Pastores que discordam do casamento entre pessoas do mesmo sexo ficam dispensados de conduzir a cerimônia. 

Percentual de descrentes
na Dinamarca 

A nova lei entra em vigor no próximo dia 15. Na Islândia e Suécia já existe casamento no civil e religioso entre pessoas do mesmo sexo. 

Em 1989, a Dinamarca foi o primeiro país do mundo a legalizar o casamento gay em cartório. Em 2009, reconheceu o direito dos homossexuais de adotarem crianças. 

A Dinamarca tem cerca de 5,5 milhões de habitantes. Trata-se de uma monarquia constitucional. Embora não haja uma separação formal entre Estado e Igreja, o número de ateus no país é elevado.

O sociólogo americano Phil Zuckerman apurou em diferentes pesquisas que o percentual de descrentes varia de 43% a 80% da população. A variação é grande por causa da metodologia de cada uma das pesquisas. 

Com informação das agências



Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/06/lei-da-dinamarca-obriga-igreja-celebrar.html#ixzz1yBcrlaPR 
Paulopes informa que reprodução deste texto só poderá ser feita com o CRÉDITO e LINK da origem. 


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publicado por Riacho, em 19.05.12 às 11:34link do post | favorito

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