ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 24.05.12 às 22:59link do post | favorito

Agora um filme mais sério e apesar de curto é de uma grande profundidade. Treze minutos ou perto disso é um curta metragem sobre dois rapazes não-gays que ficam juntos por uma noite e tentam entender por quê gostaram da experiência. Basicamente, é isso.

 

Bom filme!



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publicado por Riacho, em 24.05.12 às 22:31link do post | favorito

Les Chansons d’amour – 2007 – Comédia músical – 1h40

Realização
Christophe Honoré

Com
Louis Garrel, Ludivine Sagnier, Chiara Mastroianni, Clotilde Hesme, Brigitte Roüan

Produção
Paulo Branco

Estreou em França
23/05/07

Sinopse:
Ismaël é um jovem de trinta anos. Vive em Paris com a namorada Julie. Trabalha todos os dias até tarde na redacção de um jornal sem tempo sequer para ir ao cinema com ela. Os dias passam, sempre iguais… Para apimentar as suas vidas, Julie convida Alice a partilhar a cama deles. Mas este equilíbrio vai ser perturbado por um acontecimento inesperado…

 

Parte 1/10

Parte 2/10
Parte 3/10
Parte 4/10
Parte 5/10
Parte 6/10
Parte 7/10
Parte 8/10
Parte 9/10
Parte 10/10

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publicado por Riacho, em 23.05.12 às 22:52link do post | favorito

 

O cardeal de BerlimRainer Maria Woelki (foto), disse numa importante conferência católica na Alemanha, oKatholikentag que os relacionamentos de pessoas do mesmo sexo devem ser tratados de forma igual aos dos casais heterossexuais.

A análise é de Francis DeBernardo, publicada no sítio daNew Ways Ministry, 20-05-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Um artigo publicado no sítio The Local, uma agência de notícias em inglês da Alemanha, noticia:

"Ele disse a uma multidão na quinta-feira, 17, que a Igreja deveria ver, a longo prazo, as relações homossexuais fiéis assim como fazem com as heterossexuais. 'Quando dois homossexuais assumem a responsabilidade um pelo outro, se eles se relacionam uns com os outros de uma forma fiel e a longo prazo, então você tem que ver isso da mesma forma como as relações heterossexuais', disse Woelki a uma multidão estupefata, de acordo com uma notícia do jornal Tagesspiegel.

"Woekli reconheceu que a Igreja vê o relacionamento entre um homem e uma mulher como base para a criação, mas acrescentou que é hora de pensar mais sobre a atitude da Igreja com respeito às relações do mesmo sexo".

Falando na 98º Katholikentag, uma conferência que reuniu 60 mil católicos em MannheimWoelki se juntou a um crescente coro de vozes episcopais que estão clamando por uma mudança na recusa tradicionalmente absolutista da hierarquia a reconhecer a bondade moral das relações lésbicas e gays.

Em dezembro passado, o arcebispo Vincent Nichols, de Londres, ganhou as manchetes ao apoiar as uniões civis para casais de lésbicas e gays no Reino Unido. Naquele mesmo mês, o padre Frank Brennan, jesuíta estudioso de Direito na Austrália, também pediu o reconhecimento similar para os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. Em janeiro, Dom Paolo Urso, bispo de RagusaItália, também pediu o reconhecimento das uniões civis em seu país.

O mês de março de 2012 assistiu a uma explosão de questionamentos de prelados à proibição da hierarquia acerca da igualdade do casamento. No 7º Simpósio Nacional da New Ways MinistryDom Geoffrey Robinson, bispo australiano, pediu um total re-exame da ética sexual católica para permitir, dentre outras coisas, a aprovação moral dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. A diocese de Manchester, em New Hampshire, apoiou um projeto de lei que legaliza as uniões civis (embora como uma medida paliativa para evitar a igualdade do casamento).

Dom Richard Malone, bispo de PortlandMaine, anunciou que a diocese não assumiria um papel ativo na oposição do próximo referendo do Estado sobre a igualdade do casamento, como havia feito em 2009. Na Itália, o cardeal Carlo Maria Martini, de Milão, afirmou em seu livro Credere e Conoscere (Crer e conhecer), que "eu não compartilho as posições daqueles que, na Igreja, criticam as uniões civis".

Embora a oposição à igualdade do casamento por parte da hierarquia, especialmente nos EUA, ainda seja grande e forte, é significativo que essas recentes declarações estejam todas desenvolvendo um tema similar de ao menos algum reconhecimento do valor intrínseco das relações lésbicas e gays, assim como da necessidade de proteção civil a elas. Que essa tendência continue e cresça


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publicado por Riacho, em 20.05.12 às 23:42link do post | favorito

Robert Spitzer, um dos psiquiatras mais influentes dos Estados Unidos, pediu desculpas à comunidade gay por ter apoiado tentativas de “curar” a homossexualidade, informa o jornal britânico The Guardian.

Em 2001, Spitzer publicou, na revista acadêmica “Archives of Sexual Behaviour” (“Arquivos do Comportamento Sexual”), um estudo científico sobre a “terapia reparadora”, e foi saudado por religiosos conservadores. O psiquiatra escreveu agora para a mesma publicação se retratando. Em carta divulgada neste fim de semana, ele chamou o estudo de “fatalmente falho”.

 

“Eu também peço desculpas a qualquer gay que tenha desperdiçado tempo e energia tentando de alguma forma a terapia reparativa porque acreditou que eu tinha provado que a terapia reparativa funciona.”


Em uma entrevista com o The New York Times na semana passada, Spitzer, que tem 79 anos e sofre da doença de Parkinson, falou sobre sua carta de retratação. “É o único arrependimento que tenho, o único profissional”, disse Spitzer ao jornal americano. “Na história da psiquiatria não sei se eu já vi um cientista escrever uma carta dizendo que os dados estavam todos lá, mas foram totalmente mal interpretados”, disse o psiquiatra.O estudo de Spitzer, segundo o Guardian, observou 200 pessoas que realizaram a terapia conduzida por grupos religiosos. Ele então perguntou a cada pessoa o mesmo conjunto de perguntas, analisando seus sentimentos e impulsos sexuais depois da terapia. O psiquiatra concluiu que muitos deles relataram mudanças em seus desejos sexuais de homossexuais para heterossexuais. Muitos acusaram a pesquisa de não ser rigorosa e de não levar em consideração que os pesquisados poderiam ter mentido ou se autoenganado sobre seus sentimentos.

Movimentos gays elogiaram a ação de Spitzer e apontaram o momento como um “divisor de águas” na luta contra o mito do “ex-gay”.

Foto: Jemal Countess/Getty Images

Amanda Polato

 

Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/ofiltro/2012/05/20/psiquiatra-famoso-nos-eua-pede-desculpas-por-estudo-sobre-%E2%80%9Ccura%E2%80%9D-para-gays/


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publicado por Riacho, em 19.05.12 às 11:34link do post | favorito

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publicado por Riacho, em 19.05.12 às 11:23link do post | favorito

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publicado por Riacho, em 15.05.12 às 21:55link do post | favorito

Fonte: http://sentimentosentrehomens.blogspot.pt/?zx=fc977ab82aaedff4

 

 

 

 

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publicado por Riacho, em 12.05.12 às 22:56link do post | favorito

LEITURA II 1 Jo 4, 7-10
«Deus é amor»

A revelação última de Deus ao homem é a de que Ele é amor. E o testemunho de que é assim é o facto de Ele nos ter enviado o seu Filho, para que, por Ele, nos tornássemos filhos de Deus. Nesta fraternidade divina só o amor pode ser o móbil de toda a actividade entre os irmãos.

Leitura da Primeira Epístola de São João
Caríssimos: Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Assim se manifestou o amor de Deus para connosco: Deus enviou ao mundo o seu Filho Unigénito, para que vivamos por Ele. Nisto consiste o amor: não fomos nós que amámos a Deus, mas foi Ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados.
Palavra do Senhor.

Fonte: http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/liturgia/liturgia_site/lit_dia/ano_b/ld_anob_ver.asp?cod_ano_b=35

 

 

 

 

 

 


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publicado por Riacho, em 12.05.12 às 22:50link do post | favorito

Aqui está uma declaração corajosa, apesar das possíveis consequências!

 

apoio público de Barack Obama ao casamento entre homossexuais é um marco simbólico importante, mas é um risco político que pode repercutir no resultado da eleição presidencial de novembro. 

A reportagem é de Michael Knigge e publicada pelo sítio Deustche Welle, 10-05-2012.

Barack Obama optou por correr um risco em pleno ano eleitoral. Um dia depois de um plebiscito no estado da Carolina do Norte ter definido por clara maioria o casamento entre pessoas do mesmo sexo como inconstitucional, o presidente norte-americano partiu para a ofensiva.

Em entrevista à rede ABC News, Obamadisse que apoia o direito de casamento de pares do mesmo sexo. A afirmação provocou uma onda de indignação de setores conservadores e aplausos de progressistas e de organizações de defesa dos direitos de gays e lésbicas.

Os evangélicos e conservadores − eleitores importantes, por serem especialmente ativos − condenaram o apoio deObama ao casamento gay como uma fraude eleitoral, lembrando que ele se pronunciara contra quando era candidato em 2008. Duas figuras proeminentes do setor conservador, Tony Perkins Ralph Reed, classificaram prontamente a declaração de Obama como um presente eleitoral para Mitt Romney.

As organizações norte-americanas de defesa dos direitos de homossexuais, assim como os democratas progressistas, receberam a declaração como a tão esperada mudança de atitude de Obama. Ativistas dos direitos de gays e lésbicas falaram em um dia histórico, no qual Obama se tornava o primeiro presidente do país a aprovar publicamente o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Um processo longo

O sim público do presidente norte-americano ao casamento gay marca o fim preliminar de um longo e complicado processo de desenvolvimento de Barack Obama. Na campanha eleitoral de 2008, ele havia falado ser contra o casamento gay, mas a favor das uniões civis.

Desde então, houve, aparentemente, uma mudança lenta, mas constante, na posição de Obama. Nos últimos anos, perguntas sobre sua opinião em relação ao casamento gay geralmente vinham sendo respondidas com a frase: "a posição de Obama se encontra em fase de desenvolvimento". Agora, o presidente declarou que, depois de cuidadosa consideração e muitas conversas com sua família e amigos, chegou à conclusão que a casais do mesmo sexo pode ser permitido o casamento.

Aparentemente, Obama pretendia somente anunciar sua mudança de opinião na Convenção Nacional do Partido Democrata, agendada para setembro na Carolina do Norte. Mas depois de o vice-presidente, Joe Biden, ter expressado seu total apoio ao casamento gay em uma entrevista publicada no fim de semana, desencadeando uma grande repercussão na imprensa, a pressão sobre a Casa Branca se tornou grande demais. A proibição do casamento gay na Carolina do Norte teria aumentado essa pressão ainda mais, fazendo com que Obama decidisse não esperar até setembro. 

Aposta política

Apesar de seu alto valor simbólico, a declaração de Obama não tem qualquer implicação política ou legal concreta. Porque a nível federal a chamada Defense Marriage Act de 1996 proíbe o reconhecimento do casamento homossexual. Os estados têm liberdade para fazer suas próprias leis sobre o casamento gay. Atualmente, 29 estados dos EUA proíbem o casamento homossexual, enquanto ele é permitido em seis estados e na capital.

Taticamente, o posicionamento de Obama é arriscado em relação à eleição de novembro, contra Mitt Romney. A posição de Obama garante ao presidente o apoio das organizações gays e da ala esquerda de seu partido. Sua declaração é um argumento importante de apoio para ambos os grupos, que vinham acompanhando a política de Obama de forma crítica, mas cujos votos e doações são trunfos eleitorais indispensáveis para o líder democrata.

Por outro lado, entretanto, a atitude pode diminuir suas chances eleitorais junto aos eleitores moderados indecisos, especialmente nos mais disputados, como Carolina do Norte, Virgínia, Flórida e Ohio. Afinal, o casamento gay não foi só proibido por plebiscito na Carolina do Norte, mas também na Flórida e em Ohio.

População dividida

Pesquisas de opinião realizadas regularmente refletem o quanto o casamento gay é polêmico nos Estados Unidos. De acordo com o Instituto Gallup, antes da votação na Carolina do Norte, 50% dos norte-americanos apoiavam a legalização do casamento gay, enquanto 48% eram contra.

O "sim" de Obama ao matrimônio homossexual pode, por isso, detonar uma bomba eleitoral. Mas a declaração do presidente pode ser decisiva somente no caso de uma eleição muito apertada. Porque, apesar de ser um tema politicamente explosivo, os assuntos mais decisivos para o eleitorado continuam sendo a situação econômica e o desemprego.

 

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/509384-obama-diz-sim-a-casamento-homossexual-e-arrisca-perder-votos


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