ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 29.11.11 às 21:21link do post | favorito

 

Uma curta despedida revela um amor proibido e desencadeia um regresso inesperado.


 


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publicado por Riacho, em 28.11.11 às 00:33link do post | favorito

Na sequência do post anterior sobre o Advento: e) encontrar meios para se comprometer com as grandes causas do mundo de hoje e que dizem respeito ao “bem viver” de todos na Terra, sugerimos a visualização deste video e a assinatura da petição contra a discriminação no acesso ao casamento por homossexuais aqui: http://www.getup.org.au/campaigns/marriage-equality/petition/sign-and-share. A GetUp! Action for Australia, uma organização de direitos humanos, lançou um anúncio a favor do casamento gay. O tema está na ordem do dia na Austrália, apesar da primeira-ministra Julia Gillard, ser declaradamente contra. No vídeo, dois rapazes participam da vida um do outro como acontece com qualquer casal. Supermercado, diversões, domingos com a família e passeios na praia. Mas a união é considerada invisível e só passa a existir, de facto, quando eles se conseguem casar. O vídeo é um sucesso. Em três dias no ar, a produção já acumula mais de um milhão e 450 mil visualizações!

 


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publicado por Riacho, em 27.11.11 às 11:49link do post | favorito

“O tempo do Advento é tempo de preparação: preparar o coração para acolher a novidade radical que é o próprio Deus irrompendo no mundo. O que requer de nós uma espera vigilante, uma esperança operosa e uma expectativa ativa. Uma espera que é preparação.”

A reflexão é de André Langer, pesquisador do Cepat, em artigo publicado no jornal Folha Diocesana, da diocese de São José dos Pinhais, PR, edição de novembro de 2011.

André Langer é sociólogo, com mestrado em Ciências Sociais pela Unisinos e doutorado em Sociologia pela UFPR. É também bacharel em Teologia.

Eis o artigo.

“Alegrem-se os céus e a terra,
porque o Senhor nosso Deus virá
e terá compaixão dos pequeninos” (Is 49, 13).

 

Possivelmente você, eu, outros, já dissemos: “Novamente é Tempo de Advento”, sem muita convicção, como se isso fosse apenas parte de um ciclo do tempo que anualmente se repete. Pelo efeito da repetição, torna-se algo automático, rotineiro, um costume, uma tradição. Ou como se o “advento”, na verdade, caracterizasse uma disposição psicológica para o final do ano, para os tempos de festas, as férias, o verão, o descanso, as viagens... Dessa maneira, o verdadeiro Advento vai sofrendo uma corrosão em seu sentido mais profundo, em sua dimensão de real preparação para o acolhimento do Salvador entre nós.

Uma passagem de São Paulo, na carta aos filipenses (4, 4-6), mostra de modo claro o espírito com que o tempo do Advento deve ser encarado: “Fiquem sempre alegres no Senhor! Repito: fiquem alegres! Que a bondade de vocês seja notada por todos. O Senhor está próximo. Não se inquietem com nada. Apresentem a Deus todas as necessidades de vocês através da oração e da súplica, em ação de graças.”

A alegria faz parte da preparação para o Natal. Já nos sabemos salvos e acolhidos no Senhor. Basta que destravemos o nosso coração, para que se abra à alegria que vem Dele. A verdadeira alegria não é sinônimo de risadas ou gargalhadas, muitas vezes superficiais e enganosas e que disfarçam tristezas interiores.

A verdadeira alegria brota do coração, como dom de Deus, por todas as maravilhas que Ele realiza, inclusive a encarnação de seu Filho Jesus. Assim, uma pessoa alegre, é alegre também quando suporta as adversidades da vida, o sofrimento... Por isso, a alegria é uma graça que podemos pedir ao longo deste Advento.

Alegria que brota da certeza da presença de Deus no meio do seu povo. “Canta de alegria, cidade de Sião; rejubila, povo de Israel! Alegra-te e exulta de todo o coração, cidade de Jerusalém (...). O Senhor, teu Deus, está no meio de ti” (Sf 3, 14.17).

A alegria expulsa o medo. Jesus, em várias ocasiões, precisa reconfortar os seus discípulos, dizendo-lhes: “Não tenham medo” (Jo 6, 20). O medo e a alegria não têm a mesma origem, nem produzem os mesmos frutos em nós. Enquanto o medo vem do espírito do mal e deixa o coração do cristão tímido e calculista, a alegria, vinda de Deus, faz explodir em bondade, generosidade, abertura e criatividade.

O tempo do Advento é, por isso mesmo, tempo de preparação: preparar o coração para acolher a novidade radical que é o próprio Deus irrompendo no mundo. O que requer de nós uma espera vigilante, uma esperança operosa e uma expectativa ativa. Uma espera que é preparação.

Esta preparação requer vigilância. “Cuidado! Ficai atentos, porque não sabeis quando chegará o momento. (...) Vigiai, portanto (...) para que não suceda que, vindo de repente, ele vos encontre dormindo. O que vos digo, digo a todos: Vigiai!” (Mc 13, 33-37). Uma advertência que repousa a nossa atenção sobre a práxis. Um exame de consciência que nos deve fazer retornar às nossas origens, ao nosso primeiro Amor.

Com certeza, descobriremos que reformas deverão ser implementadas: “Abram no deserto um caminho para Javé; na região da terra seca, aplainem uma estrada para o nosso Deus. Que todo vale seja aterrado, e todo monte e colina sejam nivelados; que o terreno acidentado se transforme em planície, e as elevações em lugar plano” (Is 40, 3-4). Séculos depois, Lucas colocará esta passagem na boca de João Batista, aquele que vem preparar o caminho para Jesus (Lc 3, 4b-6).

O Advento é, pois, um tempo forte (kairós) para dispor a nossa vida toda a serviço da vontade de Deus. Um tempo para tirar as amarras e a tibieza do nosso coração. Pode-nos ajudar nessa tarefa olhar para alguns personagens marcantes, que a Igreja nos coloca como modelos dessa preparação: João Batista, José e especialmente Maria. Cada um, a seu modo, preparou-se para acolher Jesus. João Batista, através do chamado à conversão e pelo batismo de conversão; José e Maria, renunciando aos seus projetos de vida para se abrirem ao apelo que Deus, através dos anjos, lhes fez. Maria, aplainando o caminho da sua vida, ao final do processo de discernimento e tomada de decisão, exclamou: “Faça-se em mim segundo a tua vontade” (Lc 1, 38).

Esse é o espírito com o qual o Tempo do Advento deve ser encarado. Algumas atitudes, práticas e gestos podem contribuir para alcançar os frutos desejados pelo Advento. Elencamos algumas práticas:

a) participação atenta e renovada da Eucaristia, com atenção às antífonas, leituras bíblicas, cantos, que expressam esperança e expectativa;

b) participação na Novena em Famílias, meio para aprofundar o espírito do Advento e reforçar os laços de comunhão e fraternidade;

c) mutirões para um Natal sem fome (coleta de alimentos, roupas...), que abrem para a solidariedade com os mais necessitados;

d) presépios que reproduzam o espírito desejado por São Francisco de Assis, na linha da simplicidade e da humildade descrita por São Paulo: “Tenham em vocês os mesmos sentimentos que havia em Jesus Cristo: Ele tinha a condição divina, mas não se apegou a sua igualdade com Deus. Pelo contrário, esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo e tornando-se semelhante aos homens” (Fl 2, 5-7).

e) encontrar meios para se comprometer com as grandes causas do mundo de hoje e que dizem respeito ao “bem viver” de todos na Terra.

Um dos frutos desejados pelo Ciclo do Natal é o compromisso com a transformação do mundo, isto é, proporcionar a todas as pessoas e a cada uma “a passagem de condições menos humanas a condições mais humanas”, como disse Paulo VI na Encíclica Populorum Progressio, sempre em sintonia com a preservação da vida na Terra.

Esperança é semear, é plantar. A semente germinando espanta a fome e aproxima o dia da colheita, da fartura. Concluindo estas singelas reflexões, remetemos o leitor(a) à mensagem do poeta Thiago de Mello, ao último verso de Madrugada camponesa:

 

“Madrugada camponesa.
Faz escuro (já nem tanto),
vale a pena trabalhar.
Faz escuro mas eu canto
porque a manhã vai chegar.”

 

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=49803


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publicado por Riacho, em 15.11.11 às 19:28link do post | favorito

Jonathan ama a Deus e a David ao mesmo tempo. 50 anos depois, ainda não tem a certeza de ter tomado a decisão correcta.

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publicado por Riacho, em 13.11.11 às 18:42link do post | favorito
 
 
Uma curta contra o bullying homofóbico e um grande exemplo de cidadania!

 


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publicado por Riacho, em 10.11.11 às 00:26link do post | favorito

Uma curta de grande alcance...

 

 


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publicado por Riacho, em 07.11.11 às 21:56link do post | favorito

Filme imperdível que acabou de passar na Fox Movies.

O personagem principal, Evan Taylor, ouve música por todo o lado. Ele está a ser levado de um orfanato, sem contacto com os seus pais, embora ele insista que pode "ouvir". Evan acredita que a música que ele pode ouvir em tudo, desde o vento nos campos de trigo ao fervilhante das linhas eléctricas, é uma espécie de mensagem dos seus pais, a quem ele quer desesperadamente encontrar. Durante a sua estada no orfanato, Evan se reúne com um Assistente Social, que lhe entrega seu cartão com o número dele, para que ele possa lhe ligar sempre que precisar.

Através de uma série de flashbacks,nós aprendemos que os seus pais eram uma famosa violoncelista chamada Lyla Novacek, e Louis Connelly, um irlandês guitarrista e cantor de uma banda rock. Eles conheceram-se e apaixonaram-se numa noite, mas através de uma série de eventos foram separados. Perto do fim da sua gravidez, Lyla foi atropelada por um carro e foi informada pelo seu pai que o seu filho não sobreviveu. Lyla e Louis ambos tinham dificuldades para concentrar-se na reprodução de música e sentiam a falta um do outro.

Evan então resolve seguir o som do coração e tem consigo o cartão do assistente social, mas acabou por adormecer. Evan é pego por um motorista de caminhão e é levado para Nova Iorque. O motorista lhe diz para ficar em um determinado local, Maravilhado com o som da cidade ele se distrai e acaba perdendo o cartão do assistente social quando o vento sopra o cartão para um orifício. Evan vagueia pela cidade e encontra um menino chamado Arthur tocando guitarra. Atraído pela música, ele segue Arthur e cai na rua com um grupo de crianças, todos músicos de algum tipo de instrumento, que estão a ser tratadas por "Wizard". Wizard vê os filhos como "investimentos". Evan obtém acesso a um violão e começa a tocar música pela primeira vez. Ele transforma-se numa criança prodígio e ao mesmo tempo em busca de um melhor nome, Wizard dá-lhe o nome de August Rush.

O pai de Lyla confessa que o filho dela sobreviveu depois de tudo e que ele forjou a sua assinatura em documentos dando a criança para o Estado, para adoção. Lyla vai para Nova Iorque em busca do seu filho. Entretanto, o pai de Evan, Louis também começou a tocar novamente, e ao tentar rastrear Lyla, também acabou de volta na cidade de New York, onde inicialmente conheceram-se.

Entretanto, o assistente social está à procura de Evan e suspeita do Wizard que avisa à policia que o segue. Eles condenaram o teatro em que vivem as crianças e Wizard. Após fugir, Evan ouve um coro cantando numa igreja e encontra uma garotinha que canta no coro. Ela ensina-lhe a ler e escrever música, e ele começa a tocar órgão como se ja tocasse antes. O pastor da igreja leva Evan à Juilliard, famosa escola de música de Nova Iorque, onde ele faz uma audição brilhantemente, e acaba por escrever uma magnífica peça chamada "August's Rhapsody", que vai ser realizado ao ar livre na cidade de New York, no Central Park com a Filarmônica. Por coincidência, Lyla Novacek, que tem sido repetidamente convidada `tocar novamente com a filarmônica, concorda em fazê-lo.

Mas o Wizard quer ganhar dinheiro com Evan, e tendo encontrado ele novamente através do concerto propagandista, ele convece Evan com todas as suas forças para sair da Juilliard e implicando com os organizadores do concerto de que ele vai dizer a todos que Evan é o seu nome verdadeiro fazendo com que Evan seja enviado novamente para o orfanato. Evan relutantemente vai com ele. Sob supervisão de Wizard, Evan volta a tocar numa praça, quando um guitarrista começa a tocar junto com ele, é o seu pai Louis Connelly, que não sabe que tem um filho. Evan diz que ele tem um grande concerto próximo, mas que ele não pode ir. Louis diz a ele que, se ele tivesse um grande concerto, ele não iria perder isso por nada. Evan decide que ele deve ir ao concerto. Mas, primeiro, ele tem que ficar longe de Wizard.

No dia do concerto, Evan está na estação de metro com Wizard e Arthur, contando dinheiro. Evan pretende sair e vai para longe de Wizard (que é atordoado por um golpe na cabeça com um violão por Arthur) e chega ao concerto a tempo para conduzir a sua peça tão Lyla está deixando a performance, que coincidentemente é atraída para a música e gira em torno de se aproximar do palco. Ao mesmo tempo, Louis e a sua banda estão num carro. Ele gosta da música, ele ouve-a e quer saber o que é. Ele vê o nome de Lyla no anúncio da performance e sai do carro e segue a música. Depois de se aproximar do palco, ele avisa o condutor que era o garoto que ele conheceu no parque. E, novamente, por coincidência ele encontra Lyla, ao lado dele, ouvindo a música. Como Lyla vai aproximar-se do palco, Louis segue e fica ao lado dela, segurando a sua mão. Surpresa Lyla olha para o seu lado e vê Louis. E como a peça termina, Evan gira à multidão, e os três reconhecem-se uns aos outros. O filme termina quando ela se desbota fora do concerto no Central Park, com Evan dizendo no fundo, "A música é tudo o que nos rodeia. Tudo que você tem que fazer é ouvir".

 

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publicado por Riacho, em 05.11.11 às 12:43link do post | favorito

Um musical que retrata a relação homoafectiva entre dois amigos numa escola católica...

 


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