ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 27.02.11 às 10:53link do post | favorito

Leitura do Livro de Isaías  (49, 14-15)

Sião dizia: «O Senhor abandonou-me, o Senhor esqueceu-Se de mim». Poderá a mulher esquecer a criança que amamenta e não ter compaixão do filho das suas entranhas? Mas ainda que ela se esquecesse, Eu não te esquecerei.
Palavra do Senhor.

Um texto muito à frente do seu tempo que revela que um Deus mãe e pai, concentram em si, todo o caráter da criação perfeita, que não é uma criação de gêneros, mas de liberdade e harmonia.

 

“O DEUS MÃE”

 

A construção de uma identidade de gênero para Deus, segue uma tendência histórica, machista e preconceituosa frente à questão do feminino na divindade. Em tese, Deus não tem sexo...mas possui gênero, e esse está vinculado ao masculino. Nunca pensamos em uma Deusa, nos relacionamos, sempre, com uma divindade masculinizada, ou para ser mais exato, nos relacionamos com a divinização da masculinidade. Herança dos cultosmedianitas, ainda vinculado às tribos que cultuavam uma divindade em um monte no deserto nas mediações do Egito e Palestina. Esse Deus ganhou forma, corpo e funções tipicamente masculinizadas, e mais, ganhou um nome Iahweh !

Seguem as pesquisas históricas, que nos apontam o papel do feminino na sociedade ocidental, e sem muito entusiasmo e empatia, a mulher ocupa a mais de dois milênios uma posição inferior frente ao homem, nas suas relações sociais e religiosas, por isso Deus tem que ser Deus, e não Deusa. Até o século XVIII a sexualidade era um termo desconhecido, esse vem apenas, segundo Foucault (1986), a ser introduzido no século XIX, pertencendo assim às sociedades modernas e pós-modernas. O que se tinha, então, era uma concepção dominante de um único sexo ou monismo, “one-sex-model” , as mulheres aqui são concebidas como sendo um “homem invertido”. O útero era o escroto feminino, os ovários eram os testículos, a vulva um prepúcio e a vagina era um pênis (Laqueur,1989). A ordem de importância, seguia a concepção fálica, ou seja a superioridade masculina, pois tem o falus, e a inferioridade feminina, ou um sujeito “menos desenvolvido”, invertido e à margem da perfeição metafísica. Na passagem do século XVIII para o XIX que surgiram as distinções do conceito de unicidade e perfeição do corpo masculino para o two-sex-model , antes tudo que se estabelecia como característica de convivência estavam presas a perfeição do corpo do macho, ou seja, a relação entre reprodução, sexo, orgasmo e sujeição.

Contudo, mesmo havendo a distinção anatômica e fisiológica, a distinção entre os gêneros continuou preconceituosa, atribuindo a Deus um status ideológico masculinizado, atendendo aos apelos da sociedade burguesa, capitalista, individualista, nacionalista, imperialista e colonialista dos paises europeus. De homem invertido, a mulher ganha o conceito de complemento do homem, mantendo a posição inferior. O homem é voltado para o mundo social amplo em seus conceitos econômicos e políticos, e segundo Parker (1991), a mulher ocupa a função doméstica, do mundo doméstico limitada à esfera familiar.Um fato agravante é a potência de Deus como gênero masculino, refletindo a tendência social da bissexualização e o reforço do masculino sobre o feminino, ressaltando a mulher em sua fragilidade corpórea (ossos e nervos), e também quanto ao prazer erótico, ou seja a mulher é frágil, desprovida do calar vital e menos privilegiada que os homens.

Falar de um Deus mãe pode parecer estranho, pode dar a entender uma interpretação gay de um travestismo da identidade de gênero dessa potência. De uma heresia, ou deboche frente à esfera sagrada do Deus trinamente masculinizado, Pai, Filho e Espírito Santo. Mas Deus mãe, evidencia o valor do lado materno e dignifica o gênero feminino nessa potência. O Deus pai, todo poderoso, onisciente, onipotente e onipresente está desatualizado, ultrapassado e decrépito frente ao apelo ideológico que ele carrega em si mesmo. Deus encarado apenas dentro do gênero masculino carrega um preconceito, e uma valorização desigual, desonesta, e desonrosa para assegurar o ônus de uma identidade, ou de um resgate à figura masculina, que se encontra na atual sociedade em decadência. Da mesma forma que o feminino ocupa seu espaço na sociedade, ele também tem que ocupar na religiosidade, e na religião. Cultuar uma divindade masculinizada é manter o “status quo” da marginalizaçãocontra o papel social da mulher. E ratificar o culto à masculinidade do século XIX. Uma vez que, segundo Laqueur, a reprodução das desigualdades sociais e políticas, entre homens e mulheres, se justificava pela norma natural do sexo. Em seguida, de efeito torna-se causa. A diferença de gêneros ganha um acordo, e passa a ser vista dentro das qualidades morais e sócias dos humanos. Agora, quem pode ser invertido sexualmente é o próprio homem. Demarcando a anormalidade frente às subjetividades sexuais masculinas. A partir da inferioridade sexual e política, da fragilidade do sexo, dos invertidos sexuais e da mulher, a FEMINILIDADE passará a atormentar o imaginário burguês. Algo precisava ser feito, para que esse estado de decadência, não fosse tomado como norma. Ou seja, o homem burguês sobreviveu a Revolução Francesa, a Industrial e as guerras, mas não conseguiu evitar a desordem no papel por eles representados. Tentando reconstruir o que está sendo diluído, a consolidação de uma masculinidade hegemônica a todos os homens.

O vitorianismo rege esse ideal, as preocupações da feminilizaçao de alguns homens fizeram com que se criassem para si umas séries de papeis, e traços a serem representados. Ser homem no século XIX significa não ser mulher, e jamais homossexual. Vestimentas, forma de andar, maneira de se comportar e falar, o contorno do corpo masculino se estabelecem na representação do gênero. Contudo, Freud mostra um estado de decadência, ao introduzir o conceito da bissexualidade, reforçando o imaginário burguês. Com o conceito, e os crescentes avanços feministas, que começavam a ganhar contorno na época levam a crise da MASCULINIDADE. Deus, aqui, serviria bem ao lado materno. Um Deus não centrado na autorização de uma identidade de gênero, mas que dignifica de igual modo os gêneros masculino e feminino, bem como o papel sexista representados nele mesmo.Deus, mãe e pai, todo poderoso é a compreensão de uma igualdade da mulher e do homem na atual sociedade. E a valorização plena da criação sem disputas, e marginalizações do humano, que se encontra sob duas formas complementares uma a outra, e de igual importância seja qual for o papel de gênero

Pode-se, assim, dizer de um lado materno de Deus, o Deus que cria, que dá a luz, que é amor e amamenta sustentando sua criação. Um Deus que protege, que dá colo, que participa da experiência humanitária, e se torna sensível, e suscetível a ela. Tem-se um Deus feminino equilibrado, e complementado no masculino, ou seja rege, governa, administra. Assim caminha a humanidade, o homem, que aprende a conviver com seu lado feminino, sem se atormentar com ele, e sem destruí-lo, e a mulher, que sai em busca do seu lado masculino, descobre-se para vida, e para sociedade, muito além de um papel coadjuvante ou vegetativo, mas participativo, e em igualdade nesse universo complexo.

Deus apenas como pai, é uma construção arrogante, espúria, desequilibrada, infantil e delinqüente. Uma superprojeção fálica, e libidinosa dos desejos dominadores, e desenfreados de um homem e de uma mulher sem coragem para encarar a vida, e suas expressões.

A figura do Deus mãe, ou a expressão da figura materna de Deus, trazem a nós, no presente século, o grito libertador, e justo pela humanização da religião. De um cristianismo igualitário, justo e não preconceituoso, ou excludente. Cria em nós o sentimento de uma sociedade, que preza pelo bem comum, e liberdade de todos os seus membros, como um todo simbólico no Deus mãe e pai, que nos da a vida.Em outras palavras, a elevação em supremacia de um determinado gênero sobre o outro, é a própria agressão de todo o humano, masculino efemino em equilíbrio. Um deus tipicamente masculino é necessariamente sanguinário, uma deusa tipicamente feminina libidinosa e fértil, um Deus mãe e pai, concentram em si, todo o caráter da criação perfeita, que não é uma criação de gêneros, mas de liberdade e harmonia.
 
Fonte: http://gospelgay.blogspot.com/2008/06/o-deus-me.html

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publicado por Riacho, em 26.02.11 às 12:05link do post | favorito

Após uma tarde de sexo gay, Mark tem uma overdose e é internado pela família numa instituição cristã que promete em 12 passos, transformar o jovem gay em hétero. Mas acaba por se apaixonar por um dos internos

*Com o ator que fez BEN em Queer As Folk

 

Para ver o fime completo faz aqui uma visitinha: http://gayload.blogspot.com/search/label/Religi%C3%A3o


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publicado por Riacho, em 26.02.11 às 11:10link do post | favorito

Algumas pessoas acreditam que o mundo seria melhor sem os gays.

Imaginem o mundo sem estas pessoas. 

 


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publicado por Riacho, em 22.02.11 às 20:21link do post | favorito
   

 

   

O filme argentino "Ausente", realizado por Marco Berger e exibido na categoria "Fórum", venceu nesta sexta-feira, 18, o prémio Teddy do Festival de Berlim, destinado ao cinema de temática homossexual.

O prémio Teddy, que com a presente edição completou 25 anos, foi entregue numa festa realizada no antigo aeroporto de Tempelhof, em Berlim, que atualmente recebe todo o tipo de festas e desfiles de moda.

A cerimónia recebeu a visita do presidente da Câmara de Berlim, Klaus Wowereit, assim como a do diretor do Festival de Berlim, Dieter Kosslick, e de outras personalidades da vida pública da capital alemã.

"Ausente" é a segunda longa-metragem de Berger, um thriller que trata do poder intimidador das aparências.

A produção conta a história de um adolescente que persegue um adulto sabendo que, por ser menor de idade, a Justiça está do seu lado.


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publicado por Riacho, em 14.02.11 às 22:17link do post | favorito
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publicado por Riacho, em 13.02.11 às 16:20link do post | favorito

Os homossexuais britânicos já se poderão casar. Pelo menos, é o que prevê um projecto de lei que será apresentado pelo Governo e que promete agitar os sectores mais conservadores do Reino Unido.

 
 
Homossexuais britânicos poderão casar em igrejas
Manifestação a favor do casamento entre homossexuais
 

Desde 2004 que os casais homossexuais podem realizar uniões civis. A novidade desta reforma legal é terminar com a diferença entre uniões civis e casamento.

Os analistas da política britânica consideram, por um lado, que esta lei não deverá causar divisões entre os ministros que partilham do ideal de modernidade do primeiro-ministro James Cameron. Mas, por outro lado, os deputados da ala esquerda do partido do Governo podem colocar entraves.

Caso avance, esta reforma pode causar polémica na Igreja Católica, uma vez que a sua hierarquia tem opiniões diferentes sobre o tema.

A nova proposta sugere ainda que os casamentos possam ser celebrados em igrejas, mesquitas e sinagogas.

 

Fonte: http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1783133


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publicado por Riacho, em 09.02.11 às 23:19link do post | favorito
9/2/2011
 
A escandalosa tolerância de Jesus
 

“Se nos atemos ao que contam os Evangelhos, nos surpreendemos com o fato de que Jesus foi escandalosamente tolerante com pessoas e grupos com os quais nenhum homem, reconhecido como observante e exemplar do ponto de vista religioso, podia ser tolerante. Ao mesmo tempo em que se mostrou extremamente crítico com aqueles que se viam a si mesmos como os mais fiéis e os mais exatos em sua religiosidade”, escreve José María Castillo, teólogo espanhol, em seu blog Teología sin Censura, 06-02-2011. A tradução é do Cepat.

Eis o artigo.

Se nos atemos ao que contam os Evangelhos, nos surpreendemos com o fato de que Jesus foi escandalosamente tolerante com pessoas e grupos com os quais nenhum homem, reconhecido como observante e exemplar do ponto de vista religioso, podia ser tolerante. Ao mesmo tempo em que se mostrou extremamente crítico com aqueles que se viam a si mesmos como os mais fiéis e os mais exatos em sua religiosidade. Jesus foi tolerante com os publicamos e pecadores, com as mulheres e com os samaritanos, com os estrangeiros, com os endemoniados, com as multidões dos gentios (óchlos), uma palavra dura que designava a “plebe que não conhecia a Lei e era maldita”, no juízo dos sumos sacerdotes e dos fariseus observantes (Jo 7, 49; cf. 7, 45).

E é curioso, mas essa gente é a que aparece constantemente acompanhando a Jesus, escutando-o, buscando-o... Os relatos dos Evangelhos são eloquentes neste ponto concreto e repetem muitas vezes que o “gentio”, a “multidão”... buscava a Jesus, que a ouvia, a que estava perto dele. E aquela mistura de Jesus com os “gentios” chegou a ser tão angustiosa, que até a família de Jesus chegou a pensar que ele havia perdido a cabeça (Mc 3, 21). Jesus compartilhava mesa e toalha com os pecadores, o que dava pé a murmurações por causa de semelhante conduta (Lc 15, 1s).

Jesus sempre defendeu as mulheres, por mais que fossem mulheres pouco exemplares. Até chegar a dizer que os publicanos e as prostitutas entravam antes que os sumos sacerdotes no Reino de Deus (Mt 21, 31). Jesus defendeu uma famosa prostituta em casa de um conhecido fariseu (Lc 7, 36-50). Como defendeu o banho de perfume que Maria vez na ceia de homenagem que fizeram a Jesus (Jo 12, 1-8). Sabemos que, quando ia de povoado em povoado pela Galileia, o acompanhavam não apenas os discípulos e apóstolos, mas também muitas mulheres, entre elas a Madalena, da qual havia expulsado sete demônios (Lc 8, 1-3). Jesus sempre se colocou do lado dos cismáticos e desprezados samaritanos, até colocar como exemplo de humanidade um deles, frente à dureza de coração do sacerdote (Lc 10, 30-35).

Com isso, há elementos suficientes para se ter uma ideia do “escandaloso” que devia ter sido a tolerância de Jesus. Ser tolerante com os que vivem e pensam como cada um vive e pensa, isso não é senão senso comum. O problema está em saber com o que temos que ser tolerantes. E que coisas não se deve tolerar. Evidentemente, tocamos um tema extremamente difícil de precisar e delimitar com exatidão. Por isso, entendo que haja pessoas que entram no blog e expressam seus desacordos com o que eu escrevo. Entendo-os perfeitamente. E me parece que é bom que todo aquele que entrar neste blog se sinta com liberdade para dizer o que pensa, contanto que isso seja feito com argumentos e razões, nunca agredindo ou humilhando a quem não se ajusta com os meus pontos de vista. Mas com isso não tocamos no fundo do problema.

Eu creio que tudo depende daquilo que para cada um é “intocável”. Dado que estamos em um blog de teologia, a questão que, no meu modo de ver, teria que ser enfrentada é a seguinte: do ponto de vista do Evangelho, “o intocável” é “o religioso” ou é “o humano”? Penso que é fundamental, para um crente em Jesus Cristo, ter bem colocada e bem resolvida esta pergunta. Sabemos de sobra que, por salvaguardar os direitos da religião, às vezes, não se respeitam os direitos humanos. Por defender um dogma, se queimou o herege. Como por assegurar um critério moral, se meteu na prisão o homossexual ou se apedreja uma adúltera. É sintomático que os enfrentamentos, que, segundo os Evangelhos, Jesus teve e manteve, foram com pessoas muito religiosas, ao mesmo tempo que se deu bem com os grupos humanos que a religião depreciava ou perseguia. É evidente que, para Jesus, sua relação com o Pai do Céu era a questão central. Mas o que acontece é que Jesus entendia o Pai do Céu de forma que esse Pai não fazia diferenças. E por isso é o Pai que faz brilhar o sol sobre bons e maus; e manda a chuva sobre justos e pecadores (Mt 5, 45). Porque é humano necessitar do sol e necessitar da chuva. Coisas que, pelo visto e a juízo de Jesus, são mais que intocáveis que a “bondade” de uns ou a “maldade” de outros.

Que tudo isto entranha seus perigos? Sem dúvida alguma. Mas, pelo menos, me parece que é muito mais perigoso dividir-nos e enfrentar-nos por motivos religiosos, de forma que tais motivos justifiquem as mil intolerâncias que tornam a vida tão desagradável e até pode ser que cheguem a torná-la simplesmente insuportável. Isso prejudica a todos. E, além disso, faz mal – e muito – à religião. Por que, então a religião se tornou tão odiosa para não poucas pessoas, muitas das quais sabemos que são pessoas honradas? As religiões terão que pensar este assunto. E terão que fazê-lo urgentemente e com toda honestidade, se é que não querem ser atropeladas pela história ou abandonadas nas valetas dos muitos caminhos deste mundo.

 

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=40492


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publicado por Riacho, em 09.02.11 às 23:11link do post | favorito
A capitã Patrícia Almeida, comandante do Destacamento de Santarém, vai casar com a cabo Teresa Carvalho. O Correio da Manhã desta quarta-feira conta a história da «primeira união lésbica conhecida entre militares no Mundo».

Patrícia e Teresa conheceram-se na Escola Prática de Queluz, namoram há dois anos e vão-se casar em Lisboa no próximo sábado. Fonte da GNR lembrou ao jornal que o casamento entre pessoas do mesmo sexo «é um direito consagrado» e dá os parabéns às duas.
E o Riacho também. Parabéns às noivas!

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publicado por Riacho, em 09.02.11 às 22:54link do post | favorito

Olá Nando

 

Infelizmente aquele link já não está activo, mas podes continuar a seguir a série com legendagem em português. Publicamos aqui um dos episódios, o 167 que retrata uma cena de ciumes e a respectiva reconciliação. A partir daqui a pesquisa já é mais fácil.

 

Abraço

 

Carlos

 


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publicado por Riacho, em 08.02.11 às 20:01link do post | favorito
8/2/2011
 
Os bispos alemães avaliam o manifesto dos teólogos como positivo
 

A Conferência Episcopal Alemã considera que o manifesto crítico à Igreja católica, subscrito por um grupo de professores de Teologia, é uma contribuição para a discussão sobre o futuro da fé e da Igreja neste país e reagiu positivamente a essa iniciativa.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 04-02-2011. A tradução é do Cepat.

Cento e quarenta e quatro professores de Teologia católica da Alemanha, Áustria e Suíça subscreveram um manifesto no qual exigem profundas reformas da Igreja católica, que incluem, entre outras, o fim do celibato, o sacerdócio feminino e a participação popular na escolha de bispos.

Um comunicado tornado público na sexta-feira passada, dia 4, pelo secretário da Conferência, Peter Hans Langendördf, destaca que o memorando resume em princípio ideias frequentemente discutidas e “não representa mais que um primeiro passo” no debate aberto neste país após os escândalos de pederastia no interior da Igreja no ano passado.

Uma série de questões do memorando dos teólogos “se encontra em tensão” com as convicções teológicas e os princípios eclesiásticos de elevado compromisso, reconhece Langendördf.

“Os diferentes temas necessitam de um urgente esclarecimento”, assinala o porta-voz da Conferência Episcopal, que destaca que falta mais que uma aproximação dos bispos para enfrentar os difíceis desafios da Igreja.

Os erros e fracassos do passado devem ser tratados e reconhecidos, assim como os déficits e exigências de reformas da atualidade, admite Langendördf, que reconhece que “não se pode evitar os temas conflitivos” e anuncia que a Conferência Episcopal fará suas propostas durante a sua próxima reunião plenária.

Para ler mais:

Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/index.php?option=com_noticias&Itemid=18&task=detalhe&id=40452


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