ESPAÇO DE ENCONTRO E REFLEXÃO ENTRE CRISTÃOS HOMOSSEXUAIS em blog desde 03-06-2007
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publicado por Riacho, em 30.12.10 às 22:50link do post | favorito
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publicado por Riacho, em 27.12.10 às 00:43link do post | favorito

 

LeAnn Rimes juntou-se ao Gay Men's Chorus de Los Angeles para prestar homenagem aos jovens LGBT em toda parte, honrando a memória daqueles que viveram as suas vidas em desespero e aqueles que lutam contra o bullying anti-gay e a discriminação - lembrando a todos que tudo vai melhorar - It Gets Better!


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publicado por Riacho, em 25.12.10 às 21:46link do post | favorito
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publicado por Riacho, em 25.12.10 às 01:56link do post | favorito

Olá

 

Retive da homilia da missa do Galo desta noite, na Igreja de Santa Clara, este pensamento: Jesus nasceu numa gruta e não à superfície como que a simbolizar que Jesus nasce nas profundezas do nosso ser para ser fonte da nossa alegria e para nos iluminar no meio das trevas que vamos atravessando na nossa vida.

 

Acolhamos pois com simplicidade este Menino que nos foi dado gratuitamente para nos tornarmos luz uns para outros e fonte de alegria para com aqueles com quem nos cruzamos na nossa caminhada de vida. Feliz Natal!

 

Carlos

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publicado por Riacho, em 22.12.10 às 19:17link do post | favorito

  

   

 

Primeiro Andamento

Visite-nos, Senhor, a Tua alegria.
Seja ela o dom que sustém esta hora da nossa vida.
Tenha o poder de reedificar, em nós, o caído,
de aclarar a tenda que a noite atribulou,
de unir aquilo que a pressa ou o cansaço interromperam.

Seja ela o sinal da leveza com que nos vês,
a carícia que nos estendes no tempo,
o assobio do Pastor que inaugura as tréguas.

Dá-nos Senhor, neste tempo,
a alegria como alento revitalizador:
inscreva ela em nós o sabor da vida abundante e multiplicada;
perfume cada um dos nossos gestos;
traga às nossas palavras a luz daquela estrela
que o Teu Nascimento para sempre acendeu.

Que o Teu Nascimento inspire cada um dos nossos renascimentos
Que a Tua presença, nos ensine o que significa tornar-se presente
E o dom que fazes de Ti, nos ajude a tecer a vida
como quem entretece uma história de amor. 

 

Segundo Andamento

Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.
Para quem quiser ver a vida está cheia de nascimentos.
Nascemos muitas vezes ao longo da infância
quando os olhos se abrem em espanto e alegria.
Nascemos nas viagens sem mapa que a juventude arrisca.
Nascemos na sementeira da vida adulta,
entre invernos e primaveras maturando
a misteriosa transformação que coloca na haste a flor
e dentro da flor o perfume do fruto.
Nascemos muitas vezes naquela idade
onde os trabalhos não cessam, mas reconciliam-se
com laços interiores e caminhos adiados.
Enganam-se os que pensam que só nascemos uma vez.
Nascemos quando nos descobrimos amados e capazes de amar.
Nascemos no entusiasmo do riso e na noite de algumas lágrimas.
Nascemos na prece e no dom.
Nascemos no perdão e no confronto.
Nascemos em silêncio ou iluminados por uma palavra.
Nascemos na tarefa e na partilha.
Nascemos nos gestos ou para lá dos gestos.
Nascemos dentro de nós e no coração de Deus.

 

José Tolentino Mendonça

 

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publicado por Riacho, em 22.12.10 às 00:19link do post | favorito

A Assembleia Geral das Nações Unidas vota hoje a proposta de proteção especial a gays, lésbicas, bissexuais e transgéneros, como mais umas uma das minorias cuja vida está sob ameaça.

19:28 Terça feira, 21 de Dezembro de 2010
 
   
Os ativistas dos direitos homossexuais garantem que estes ainda são alvo de violência por causa da sua orientação sexual
   
 
   
 
Os ativistas dos direitos homossexuais garantem que estes ainda são alvo de violência por causa da sua orientação sexual
Stephen Lam/Reuters

Deverão os gays ter a mesma proteção que têm outras minorias cujas vidas estão sob ameaça? O tema está a gerar polémica dentro das Nações Unidas (ONU), com os Estados Unidos e associações defensoras dos direitos homossexuais a criticarem a exclusão do tema "orientação sexual" da proposta que hoje vai a votação.

 

A Assembleia Geral da ONU vota hoje a inclusão da proteção de lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros em execuções extrajudiciais e assassinatos. Proteção essa que já é específica para crimes raciais, nacionais, étnicos, por motivos religiosos ou linguísticos, incluindo refugiados, indígenas e outros grupos. A proposta da inclusão da homossexualidade visa que todos os membros da ONU "investiguem pronta e aprofundadamente todos os assassinatos cometidos por motivações relativas à orientação sexual".

 

Contudo, na semana passada, um pedido de alteração da mesma, promovido por países árabes e africanos e aprovado pela ONU, levou à substituição da alínea referente à "orientação sexual" pela expressão "razões discriminatórias sem qualquer base". Esta alteração não agradou nem aos Estados Unidos nem aos defensores dos direitos homossexuais, que já expressaram a sua indignação: "Mesmo que estes países não apoiem os direitos gays, pelo menos deviam defender o nosso direito a não sermos mortos", afirmou a norte-americana Jessica Stern, da Comissão de Direitos Humanos Internacional Gay e Lésbica, sediada em Nova Iorque.

 

Gays alvo de violência discriminatória

 

Na entrevista ao jornal "The Guardian", a defensora dos direitos homossexuais deixou claro que "gays de todo o mundo continuam a ser alvos frequentes de violência devido à sua orientação sexual". Jessica Stern lembra ainda que tanto o Uganda, como os outros restantes 76 países que criminalizam a homossexualidade, estão a debater a hipótese de se juntarem às cinco pnações que já a consideram um crime capital.

 

Na segunda parte da votação, que se realiza hoje, os países membros podem anular a decisão anterior que teve 79 votos pela exclusão da alínea "orientação sexual", contra apenas 70 votos contrários à retirada do termo. Os 43 Estados que ainda não votaram podem hoje ajudar a manter o tema da homossexualidade no documento oficial que deverá depois ser seguido em todo o mundo.

   

Os ativistas lembram que só conseguiram obter a "atenção mínima" da ONU há uma década, não estando para já dispostos a prescindir dela.

 

Fonte:  http://aeiou.expresso.pt/proteccao-dos-direitos-gays-em-votacao-na-onu=f622238


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publicado por Riacho, em 19.12.10 às 00:00link do post | favorito
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publicado por Riacho, em 11.12.10 às 20:21link do post | favorito
Psiquiatra Gabriela Moita diz que a homofobia "é muitas vezes validada em família". Júlio Machado Vaz preferia campanha para todos.
A primeira campanha contra o bullying homofóbico está nas escolas desde Outubro A primeira campanha contra o bullying homofóbico está nas escolas desde Outubro (Foto: Nelson Garrido)

 

Num dos cartazes, três rapazes adolescentes surgem abraçados, quadro de ardósia em pano de fundo, com a frase "Ele é gay e estamos bem com isso". Na versão feminina, repetem-se os elementos, mas a frase muda, claro, para "Ela é lésbica e estamos bem com isso". A primeira campanha contra o bullying homofóbico está nas escolas desde Outubro, numa iniciativa que custou 50 mil euros, financiados em 85 por cento pela Comissão Para a Cidadania e Igualdade de Género.

Os adolescentes que aparecem nos cartazes "são jovens portugueses que, em regime pro bono, decidiram dar a cara pela campanha", como enfatizou ao PÚBLICO Sara Martinho, coordenadora do Projecto Inclusão da rede ex aequo, a associação de jovens lésbicas, gays, bissexuais, transgéneros e simpatizantes responsável pela iniciativa, inédita em Portugal. Além dos 20 mil cartazes, a campanha compreende a edição de 123 mil postais onde os jovens são desafiados a denunciar situações de discriminação, física ou verbal, por homofobia ou transfobia, através do site www.rea.pt/observatorio. "Em 2006, vinte queixas; em 2008, o número subiu para mais de noventa; e, no relatório deste ano, as queixas de situações de bullying homofóbico ou transfóbico já são da ordem das centenas", precisou Sara Martinho, para quem o aumento das queixas decorre, não tanto de um agravamento do problema, mas de uma maior sensibilização das pessoas.

Queixas de vários tipos

À rede ex aequo chegam queixas de vários tipos. Sobre um professor de uma escola de Lisboa que quis baixar a nota dada a um aluno depois de ter percebido que ele era gay. De alguém que viu um rapaz apedrejar duas raparigas de 16 anos por serem lésbicas. De insultos, de ameaças, de segregação. "Durante dois anos consecutivos, sofri tortura psicológica. Gozaram comigo, fizeram pouco de mim, falaram mal e fizeram-me sentir abaixo do pior animal que pode existir", queixou-se, sob anonimato, alguém de 15 anos, residente em Aveiro.

O que distingue a homofobia em contexto escolar da praticada noutros meios é que aquela tem como vítimas "jovens que ainda estão em processo de crescimento e que, muitas vezes, não têm maturidade nem ferramentas para se defenderem", sublinha Sara Martinho. "Uma das coisas que costumo dizer quando vou às escolas é que muitas crianças ainda não sabem o que é ser homossexual, mas já sabem que ser lésbica ou gay é uma coisa negativa e suja, do campo do insulto". Claro que a partir daqui "fica muito mais difícil conseguir que lidem com isso e com a sua própria sexualidade de forma saudável e natural", acrescenta Martinho.

Porque é assim e porque "este tipo de bullying acaba muitas vezes por ser validado pelas próprias famílias", a psicóloga Gabriela Moita - com uma pós-graduação em psicoterapia da criança e um doutoramento sobre a homossexualidade em contexto clínico - aplaude de pé esta campanha. "Todas as campanhas contra o bullying são fundamentais e, no caso da homofobia ou transfobia, a iniciativa tem a vantagem de mostrar que isso também é bullying porque se trata de um nicho menos cuidado, e o que se passa, muitas vezes, é que quando o menino chega a casa e comenta que o miúdo tal é gay o que os pais fazem é reforçar o preconceito."

Questionado quanto à pertinência de campanhas como esta, o sexólogo Júlio Machado Vaz é menos categórico. "Compreendo que determinados grupos sintam a necessidade, atendendo à xenofobia de que ainda são alvo, de chamar a atenção para o seu caso específico, mas prefiro que as campanhas sejam dirigidas ao público em geral". Porquê? "Porque o bullying contra homossexuais é apenas uma triste variante do bullying em geral e também aqui devemos ir por um caminho que nos leve cada vez menos ao acentuar das diferenças e cada vez mais ao acentuar das semelhanças".

 

Fonte: http://www.publico.pt/Educação/gays-e-lesbicas-em-campanha-contra-bullying-homofobico_1470486

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